domingo, 17 de junho de 2012

O nosso Blog cresce a cada dia. Vejam

Em apenas dois meses...

Postagens
19/04/2012
56 Visualizações de página
21/04/2012
34 Visualizações de página
03/05/2012
32 Visualizações de página
16/05/2012
27 Visualizações de página
20/04/2012
27 Visualizações de página
22/05/2012
25 Visualizações de página
07/05/2012
23 Visualizações de página
28/05/2012
20 Visualizações de página
10/06/2012
20 Visualizações de página

Visualizações de página por país
Brasil
727
Estados Unidos
195
Rússia
73
Alemanha
62
Reino Unido
6
Holanda
3
Irlanda
2
Japão
2
Portugal
2
Malásia
1
Visualizações de página por navegador
Chrome
475 (41%)
Internet Explorer
369 (32%)
Firefox
213 (18%)
Opera
46 (4%)
Mobile Safari
17 (1%)
Safari
11 (<1%)
GranParadiso
1 (<1%)
Visualizações de página por sistema operacional
Windows
952 (88%)
Macintosh
79 (7%)
Linux
24 (2%)
Android
17 (1%)
Nokia
4 (<1%)
iPad
2 (<1%)

Lição 13 - A Formosa Jerusalém


Lição 13
24 de Junho de 2012

A Formosa Jerusalém

TEXTO ÁUREO
"Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça"
(2 Pe 3.13).

VERDADE PRÁTICA
O melhor da Jerusalém Celeste é que estaremos para sempre com Jesus.

HINOS SUGERIDOS 2, 123, 422


LEITURA DIÁRIA
Segunda – Is 65.17; 2 Pe 3.13;Ap 21.1 Haverá novos céus e nova terra
Terça – Gl 4.26 A singularidade da Jerusalém Celeste
Quarta – Hb 11.10 Deus é o arquiteto da cidade divina
Quinta – Ap 21.16 A descrição da cidade celeste
Sexta – 1 Jo 3.2 Seremos semelhantes ao Senhor
Sábado – 1 Co 13.13 O amor será eterno

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Apocalipse 21.9-18
9 E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro.
10 E levou-me em espírito a um grande e alto monte e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu.
11 E tinha a glória de Deus. A sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como a pedra de jaspe, como o cristal resplandecente.
12 E tinha um grande e alto muro com doze portas, e, nas portas, doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos de Israel.
13 Da banda do levante, tinha três portas; da banda do norte, três portas; da banda do sul, três portas; da banda do poente, três portas.
14 E o muro da cidade tinha doze fundamentos e, neles, os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.
15 E aquele que falava comigo tinha uma cana de ouro para medir a cidade, e as suas portas, e o seu muro.
16 E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais.
17 E mediu o seu muro, de cento e quarenta e quatro côvados, conforme a medida de homem, que é a de um anjo.
18 E a fábrica do seu muro era de jaspe, e a cidade, de ouro puro, semelhante a vidro puro.

INTERAÇÃO
Quem já não sonhou com uma sociedade mais justa e perfeita? Esse foi e continua sendo o sonho de muitos. Todavia, sem o governo do Rei na Terra, jamais existirá uma sociedade perfeitamente justa. Nossa esperança é a Nova Jerusalém. Um lugar real, preparado pelo Senhor para toda a humanidade desde a criação. A Nova  Jerusalém é tão especial que a Palavra de Deus diz que não nos lembraremos mais das coisas passadas (Is 65.17). Na lição de hoje veremos como o evangelista descreve a Jerusalém Celeste. João viu a Cidade Santa, e um dia nós também, não somente avistaremos a cidade, mas pela graça, nela iremos morar para todo o sempre, junto com o Rei dos reis e Senhor dos senhores, Jesus Cristo.

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
* Compreender o que é a Jerusalém Celeste.
* Elencar as principais características da Nova Jerusalém.
* Conscientizar-se de que a Nova Jerusalém será um Estado perfeito e eterno.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, providencie cópias do quadro abaixo para os alunos. Utilize o quadro para mostrar as principais características  da Nova Jerusalém. Explique que a Cidade Santa encontra-se atualmente no céu (Gl 4.26), porém em breve ela descerá à terra. Neste mundo estamos sujeitos a dores e tristezas, mas ali não haverá mais dores ou tristezas, pois o próprio Deus limpará de nossos olhos toda a lágrima (Ap 21.4).

A CIDADE SANTA
* Características
* Simbologia
* O Falso Profeta


Características A forma é a de um quadrado.
Simbologia Um cubo perfeito, simbolizando que toda a cidade ficará cheia da glória de Deus.
O Falso Profeta Ap 21.16


Características Tamanho: Doze mil estádios aproximadamente 2.260 Km
Simbologia Haverá lugar para todos ossalvos em Jesus Cristo. 
O Falso Profeta Ap 21.16


Características Grande e alto muro
Simbologia Sugere a segurança que vamos desfrutar ali e que a cidade está reservada para um povo santo.
O Falso Profeta Ap 21.12-14


Características Doze portas.
Simbologia Representam Israel.
O Falso Profeta Ap 21.12


Características Doze fundamentos.
Simbologia Os doze alicerces representam a Igreja. 
O Falso Profeta Ap 21.14


Características Muros de jaspe.
Simbologia Indica que tudo na cidade irradia a presença de Deus.
O Falso Profeta Ap 21.18, Ap 4.3

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO
A terra é um lugar maravilhoso. Seus encantos são, por vezes, irresistíveis. Nossa alma, porém, suspira pela casa que Jesus nos foi preparar. E sabemos que ela é real. Por isso não temos de esmorecer. A caminho de Sião, tiremos forças da fraqueza e não nos amedrontemos com a noite mais escura. Pois a última vigília logo passará. E o Sol da Justiça já se espraia sobre os romeiros do Senhor.
Não se desespere. A jornada logo chegará ao fim. Mais alguns passos e já avistaremos, nos portais da Jerusalém Celeste, o meigo e amoroso Salvador.

I. O QUE É A JERUSALÉM CELESTE
1. Mais sublime que os céus. Sim, a Jerusalém Celeste é mais sublime que os céus, porque estes são insuficientes para receber a Noiva do Cordeiro. Por isso, Deus formará um novo céu, quando consumar a atual criação (Is 65.17; 2 Pe 3.13; Ap 21.1).
Tão sublime é a Cidade de Deus, que não temos palavras para descrevê-la. Referindo-se aos bens que nos aguardam na eternidade, declara Paulo: "As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam" (1 Co 2.9).
2. A casa de meu pai. Ao consolar os discípulos, promete-lhes o Senhor Jesus: "Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar" (Jo 14.2). Sim, na Jerusalém Celeste, há uma morada para mim e outra para você.
3. A Nova Jerusalém. Desta maneira, o apóstolo Paulo descreve a cidade divina: "Mas a Jerusalém que é de cima é livre, a qual é mãe de todos nós" (Gl 4.26). O apóstolo João, por seu turno, esforça-se por desenhar a Nova Jerusalém. Mas não encontra cores nem palavras. Tudo lá é singular. Nosso vocabulário é muito pobre para representá-la verbalmente. Todavia, vejamos algumas características da Jerusalém Celeste.
SINÓPSE DO TÓPICO (1)
A Nova Jerusalém foi preparada por Deus para abrigar todos os santos.

II. AS CARACTERÍSTICAS DA NOVA JERUSALÉM
1. É um lugar real. Ela foi descrita rica e detalhadamente por João. Leia o capítulo 21 do Apocalipse. Se cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus, não teremos dificuldades para aceitar a realidade de nossa morada eterna.
2. Arquitetura. A Nova Jerusalém foi ideada e construída pelo próprio Deus (Hb 11.10). Se o mundo natural já é belo e cheio de deslumbres, o que não diremos do sobrenatural? Você anseia pela cidade edificada por Deus?
3. Formato. Deus construiu a Nova Jerusalém como um cubo perfeito, segundo João no-la descreve: "E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais" (Ap 21.16).
De conformidade com as medidas atuais, a cidade mede dois mil e duzentos quilômetros de comprimento, tendo iguais largura e altura. Seu espaço é mais do que suficiente para abrigar os santos e justos de todas as eras.
4. Materiais. Iluminada pela glória de Deus, sua luz tem a resplandecência do jaspe. Além disso, ela é feita de ouro puro e, como fundamento, possui doze pedras preciosas.
Ela não precisa de templo, porque o seu santuário é o Deus Todo-Poderoso e o Cordeiro (Ap 21.22). Também não carece de sol nem de lua, porque o Filho de Deus é a sua lâmpada (Ap 21.23). E como ali não haverá noite, suas portas jamais se fecharão. Aleluia!
SINÓPSE DO TÓPICO (2)
Deus é o construtor da Nova Jerusalém, por isso ela é uma cidade santa, perfeita e esplendorosa onde os remidos do Senhor vão habitar para todo o sempre.

III.  O PERFEITO ESTADO ETERNO
1. Um governo perfeito. O seu governante é o próprio Deus na pessoa de seu amado Filho. Tudo será administrado com perfeição máxima.
2. Habitantes perfeitos. Os redimidos de todas as eras lá estarão. Ali, os patriarcas, profetas e apóstolos receberão elevadas distinções (Lc 13.28; Ap 21.14). As tribos de Israel serão igualmente honradas (Ap 21.12).
Entre os habitantes da Nova Jerusalém, estarão também as nações (Ap 21.24). Isso significa que a cidade não será afetada pela enfado, nem pela monotonia. Ela será espiritual e intelectualmente estimulante.
3. Conhecimento perfeito. Na Jerusalém Celeste, teremos a eternidade para adorar a Deus e explorar-lhe o infinito conhecimento. Já imaginou um estudo teológico de milhões de anos? Sim, lá seremos teólogos perfeitos. Hoje, conhecemos a Deus apenas em parte (1 Co 13.12). Mas ali, na Nova Jerusalém, a eternidade não será suficiente para conhecermos o Pai (Rm 11.33). Aleluia!
4. Comunhão perfeita. Na Jerusalém Celeste, conheceremos os patriarcas, profetas e apóstolos. E não deixaremos de reconhecer nossos irmãos, amigos e parentes que morreram na esperança da vida eterna.
O rico não reconheceu a Lázaro no paraíso? (Lc 16.23) E o Senhor transfigurado? Não foi igualmente reconhecido pelos discípulos? (Mt 17.1-4). O apóstolo Paulo, por sua vez, exorta-nos a não nos mostrarmos ignorantes com respeito aos que dormem, porque um dia os veremos (1 Ts 4.13-18). É por isso que todas as nossas lágrimas serão enxugadas na Cidade de Deus (Ap 21.4).
5. Amor perfeito. Nossa comunhão será perfeita, porque o nosso amor também será perfeito. Escreve Paulo: "Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o amor" (1 Co 13.13). Lá, não precisaremos de fé, porque estaremos frente à frente com o Pai Celeste (1 Jo 3.2). Também não precisaremos de esperança, porque comungaremos para sempre com o tão esperado Jesus. Mas, quanto ao amor, o que podemos dizer? A eternidade não será o bastante para declararmos ao Noivo o quanto o amamos.
SINÓPSE DO TÓPICO (3)
A Nova Jerusalém será um Estado não somente perfeito, mas igualmente eterno.

CONCLUSÃO
A primeira grande tragédia da história foi a expulsão de Adão e Eva do jardim que o Senhor plantara no Éden (Gn 3.23,24). Desde então, vem o homem no encalço do paraíso perdido.
Em Cristo, porém, Deus preparou-nos um lugar infinitamente melhor. Um lugar almejado por reis e patriarcas. Sim, Ele preparou-nos a Nova Jerusalém. Não quer você também morar na formosa cidade? É só receber o Senhor como o seu salvador pessoal. Amém!

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
Subsídio Bibliológico
"A Cidade é Medida (Ap 21.19,20)
O anjo que falava a João tinha na mão uma 'cana de ouro' para medir a cidade, seus muros e portões. Enquanto o anjo mede a cidade, João o observa. O apóstolo, pois, vê uma cidade literal, não meramente um símbolo espiritual da Igreja.
Tudo na cidade é maravilhoso e magnificente. Seria impossível a qualquer arquiteto humano, engenheiro, ou mestre de obra, edificar uma cidade como esta. O seu arquiteto e construtor é o próprio Deus (Hb 11.10). Sua simetria, tamanho, perfeição e beleza refletem não somente sua glória, mas seu inigualável amor para conosco.
O tamanho da cidade é algo que vai além de nossa compreensão. Haverá lugar suficiente aos crentes de todos os tempos. O texto diz: 'Doze mil estádios' (o estádio grego equivale a 1.380 milhas - quase dois quilômetros). Sua área total, pois, seria equivalente a metade do Continente Americano.
A cidade é quadrada. O comprimento, a largura e a altura são iguais. A palavra 'quadrada' era usada para indicar as pedras devidamente preparadas às construções e objetos cúbicos. Muitos acham, por isto, que a cidade será um perfeito cubo como o Santo dos santos, onde Deus manifestava sua presença no Tabernáculo e, posteriormente, no Templo (1 Rs 6.20). Por interferência, podemos dizer que a cidade será um imenso Santos dos santos" (HORTON, Stanley M. Apocalipse: As coisas que brevemente devem acontecer. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, pp.305,06)

VOCABULÁRIO
Espraia: Relativo a espraiar; estender-se pelas margens.
Romeiros: Peregrinos; indivíduos andantes.
Ideada: Relativo a ideia; objeto da mais alta inspiração.
Cubo: Objeto sólido composto de seis faces quadradas de igual tamanho.
Jaspe: Pedra ornamentada com múltiplas cores.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
HORTON, Stanley M. Apocalipse: As coisas que brevemente devem acontecer. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2001.
AIBA MAIS

SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão
CPAD, nº 50, p.42.

EXERCÍCIOS
1.  Por que a Jerusalém Celeste é mais sublime que os céus?
R. Ela é mais sublime do que os céus, porque estes são insuficientes para receber a Noiva do Cordeiro. Por isso, Deus formará um novo céu, quando consumar a atual criação. 
2.  Como o apóstolo Paulo descreve a cidade divina?
R.  Desta maneira, o apóstolo Paulo descreve a cidade divina: "Mas a Jerusalém que é de cima é livre, a qual é mãe de todos nós" (Gl 4.26). 
3. Quem é o construtor da Nova Jerusalém?
R.  Deus, o Todo-Poderoso.
4. Explique, de acordo com a liç?o, a realidade da Jerusalém Celeste.
R. Ela é real e foi descrita rica e detalhadamente por João no capítulo 21 do Apocalipse.
5. Na Jerusalém Celeste, será possível reconhecer uns aos outros? Explique. 
R.Sim, lá conheceremos os patriarcas, profetas e apóstolos. E não deixaremos de reconhecer nossos irmãos, amigos e parentes que morreram na esperança da vida eterna. O rico reconheceu a Lázaro no paraíso (Lc 16.23) e o Senhor transfigurado foi igualmente reconhecido pelos discípulos (Mt 17.1-4).

==============================================

Já estão dísponiveis as revistas do 
3º Trimestre de 2012

São estas as lições desta revista:
Lição 01 – No Mundo Tereis Aflições
Lição 02 – A Enfermidade na Vida do Crente
Lição 03 – A Morte para o Verdadeiro Cristão
Lição 04 – Superando os Traumas da Violência Social
Lição 05 – As Aflições da Viuvez
Lição 06 – A Despensa Vazia
Lição 07 – A Divisão Espiritual no Lar
Lição 08 – A Rebeldia dos Filhos
Lição 09 – A Angústia das Dívidas
Lição 10 – A Perda dos Bens Terrenos
Lição 11 – Inveja, um Grave Pecado
Lição 12 – As Dores do Abandono
Lição13 – A Verdadeira Motivação do Crente
Lição 14 – A Vida Plena nas Aflições 

sexta-feira, 15 de junho de 2012

juizo final

Perseguição à Igrejas



Perseguição agora é proclamada por líderes religiosos islâmicos da Arábia Saudita, Nigéria e Síria, levando a deportação, terror e morte.
Pastor teve sua casa destruída

            Uma terrível declaração feita pelo líder islâmico Abdul Aziz Bin Abdullah tem causado temor às igrejas localizadas nos países árabes.
O sheikh declarou à imprensa árabe que: “É necessário destruir todas as igrejas da região”. O medo dos cristãos tem lógica. Afinal, Abdullah é o Grande Mufti da Arábia Saudita, Cargo que representa um dos graus máximos da hierarquia do Islã. É deste religioso a responsabilidade de interpretar a Sharia, (lei islâmica que dita as normas de conduta entre os muçulmanos.)
            A polêmica declaração foi pronunciada quando Abdullah foi questionado sobre a posição do parlamento do Kuwait, que afirmou que nenhuma igreja deveria ser construída no país. A esta pergunta, o líder muçulmano exortou que “o Kuwait é parte da Península Arábica e, por isso, é necessário destruir todas as igrejas do país”. O posicionamento extremista foi embasado no Hadith, ( uma vasta coleção de orientação e narrações deixadas por Maomé.) Segundo a crença, o fundador do islamismo teria dito antes de sua morte que “Não pode haver duas religiões na Península Arábica”, por isso o Islã é a única religião que poderia ser praticada naquela região.

Cristão forçados a sair do Sudão
Orem por este povo, ainda há esperança

            Enquanto Abdullah vocifera suas ameaças aos cristãos espalhados pelo mundo islâmico, no Sudão a situação é ainda pior: milhares de cristãos já privados de sua cidadania são agora forçados a sair do país. Os cristãos do norte do país tinham até 8 de Abril para conseguir obter nova cidadania e serem considerados cidadãos do Sudão ou amargar a deportação. Os líderes cristãos temem que as autoridades usem a ocasião para extinguir a religião do país.
Mais de 500.000 cidadãos de origem étnica do Sul que vivem no Sudão (norte do país) há décadas (alguns deles nasceram lá) são considerados estrangeiros. Representantes de organizações de direitos humanos  pediram as autoridades na capital Cartum que concedam mais tempo para estes sudaneses deixarem o país ou pedir a cidadania. Como não bastasse o furor provocados pelas diferenças entre etnias, a mídia local tem estimulado o ódio contra os cristãos, descrevendo-os como “células cancerosas no corpo do Sudão, a terra dos árabes e do Islã”.

Radicais expulsam 90% dos cristãos de cidade da Síria
Pertences de cristãos são destruídos por ordens de governantes

            Enquanto isso, os protestos contra o presidente da Síria, Bashar Al-Assad, para retirá-lo do poder, se transformaram em um conflito generalizado e a comunidade cristã  local tem sofrido a ponto de a agência de notícias católica Fides, do Vaticano, denunciar em seu site que a cidade de Homs esta sendo varrida por uma ”limpeza étnica”, e este processo resultou na fuga de 90% dos cristãos do local e na perda de sus casas. O conflito transformou a cidade de Homs em um lugar miserável. A cidade passa por muitas dificuldades. Segundo fontes locais, os cristãos deixaram as cidades e migraram para aldeias vizinhas e a capital Damasco. Apesar disto alguns pastores permanecem no local, apesar de uma delas ter sido atacada. Há igrejas que ainda abrem suas portas nas manhãs de Domingo para atender as pessoas, mas a maioria não comparecem por causa da distância entre as residências...

Nigéria e Arábia Saudita seguem rotinas
de perseguição aos cristãos.
Templos sendo destruídos

                O povo nigeriano ainda experimenta tensão étnica e religiosa, existentes há muito tempo. Hoje o país experimenta o mais longo período de paz desde a independência, apesar dos distúrbios ocorridos nas ultimas eleições presidenciais (em 2003 e 2007). Mas isto não significa a total erradicação da violência na Nigéria pois ainda há tensões locais menos generalizadas. Outros conflitos foram registrados e em 2011. Um protesto à eleição do presidente cristão Goodluck Jonathan provocou a morte de mais de 500 pessoas, ocasião em que igrejas, casas e até mesquitas foram incendiadas. Qualquer prática de religiões não muçulmanas é proibida, e o cidadão deve exercer a fé islâmica como determina a lei. Segundo a Sharia, a apostaria (abandono do islamismo) é considerado crime grave e o “infrator” considerado à morte, se não houver retração.
Perseguição não é novidade na Igreja

            Desde o seu nascedouro no Dia de Pentecostes, a igreja de Jesus Cristo vem sendo alvo de implacável perseguição, seja no campo doutrinário ou nas fileiras que a compõem. Antes de seu sacrifício, o Senhor havia deixado claro aos seus seguidores que a sociedade contaminada pelo pecado jamais toleraria a mensagem do Evangelho, por isso, todo o esforço possível seria empregado no sentido de fazer calar a igreja. Segundo a Bíblia Sagrada, a primeira grande perseguição contra os cristãos foi empreendida pelos líderes religiosos liderados por Saulo de Tarso, antes da sua conversão.
Apesar de muitos cristãos terem sido jogados às feras nas arenas, crucificados ou torturados física e psicologicamente, a Igreja avançou com sua mensagem de salvação que não somente transformou vidas, como também influenciou culturas e leis que ainda regem o comportamento das nações ocidentais e arrebanha multidões em diversos lugares do mundo.


 Quer saber mais, leia na íntegra no Mensageiro da da Paz ( Junho nº 1525 nas paginas 4 e 5)
 Pb. Eliezer de Souza (ADM Jd Nogueira setor 19)

domingo, 10 de junho de 2012

Lição 12 - O Juízo Final


 Lição 12
17 de Junho de 2012

O Juízo Final

TEXTO ÁUREO
"Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte" (Ap 21.8).

VERDADE PRÁTICA
Deus é amor, mas não permitirá que nenhum pecador impenitente fique impune.

HINOS SUGERIDOS 16, 123, 203


LEITURA DIÁRIA
Segunda - Ap 20.11-15 A instauração do Juízo Final
Terça - 2 Tm 4.1; Ap 20.12 O Juízo Final e as obras
Quarta - Ap 19.20 O julgamento da besta e do falso profeta
Quinta - Ap 20.1-3 O aprisionamento do Dragão
Sexta - Ap 20.10 O juízo sobre o Dragão
Sábado - Ap 22.11 A Santidade ao Senhor

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Apocalipse 20.7-15

7 E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto da sua prisão
8 e sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra, Gogue e Magogue,
cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha.
9 E subiram sobre a largura da terra e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada; mas
desceu fogo do céu e os devorou.
10 E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso
profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.
11 E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a
terra e o céu, e não se achou lugar para eles.
12 E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E
abriu-se outro livro, que é o da vida. e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam
escritas nos livros, segundo as suas obras.
13 E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia;
e foram julgados cada um segundo as suas obras.
14 E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte.
15 E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.


INTERAÇÃO
Chegará o dia, onde os homens da Terra comparecerão diante do Trono Branco. Cristo se assentará como o supremo juiz e, junto à  igreja, julgará a humanidade. É importante realçar, que a figura do Trono Branco simboliza a santidade e a justiça do divino Juiz no julgamento final. Enquanto os salvos deleitar-se-ão no Senhor e reinar?o com Cristo, aqueles que não foram achados seus nomes escritos no Livro da Vida, atormentar-se-ão eternamente. Nesta lição, veremos que da mesma forma como o céu é um lugar, o inferno também possui a dimensão geográfica da eternidade.

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
* Definir o Juízo Final.
* Compreender o sistema do julgamento divino e seus personagens.
* Conscientizar-se de que o Juízo Final é uma doutrina fundamental das Escrituras.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Caro professor, você sabe o que significa a palavra inferno? Qual a importância dessa pergunta? No exercício da tradução da Bíblia, há limites de caráter semântico nativo imposto pelo idioma original a ser traduzido. Nem sempre encontramos palavras da língua nativa que expresse a plenitude semântica do termo original. A palavra inferno é um belo exemplo dessa complexidade. Introduza o tópico V explicando aos alunos que os termos originais para "infernos" nas Escrituras, são: Sheol, Hades, Tártaro e Geena. Com o auxílio do subsídio bibliográfico I explique que o termo inferno, a que se refere o tópico V da lição, remete-se ao Hades, ou seja, a morada dos mortos.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Embora fosse o responsável direto pelo assassinato de seis milhões de judeus, Adolf Hitler não foi levado a julgamento. Ele preferiu suicidar-se a comparecer ante o tribunal internacional de justiça, que seria instalado na cidade de Nuremberg, em 20 de novembro de 1945. A esse julgamento, que durou até o dia primeiro de outubro de 1946, foram submetidos seus principais assessores. Uns foram enforcados, outros condenados à prisão perpétua e ainda outros tiveram de amargar várias décadas em penitenciárias especiais.
Hitler escapou à justiça humana. Mas não haverá de fugir ao Juízo Final. Tanto ele, quanto o mais anônimo dos ímpios, comparecerão ante o Trono Branco, para serem julgados por um tribunal isento de casuísmos. Quanto à Igreja, estará ao lado de Cristo, para administrar a justiça divina, inclusive aos anjos caídos

I. O QUE É O JUÍZO FINAL
Não há ser humano que não se preocupe com o seu destino eterno. O Juízo Final é uma verdade teológica reconhecida pelas mais diversas culturas.
1. O Juízo Final. Denomina-se assim o julgamento que o Senhor Deus conduzirá no final dos tempos, para retribuir a cada um consoante às suas obras (2 Tm 4.1; Ap 20.12).
2. As bases do Juízo Final. A base primordial do Juízo Final é a justiça perfeita e inquestionável de Deus (Dt 32.4; Sl 7.11; Ap 16.7).
3. A ocasião do Juízo Final. Deus instaurará o Juízo Final logo após a última apostasia da humanidade, no final do Milênio (Ap 20.7-10).
SINÓPSE DO TÓPICO (1)
O julgamento que o Altíssimo conduzirá no final dos tempos consoante às obras dos homens chama-se Juízo Final.

II. O JULGAMENTO DA BESTA, DO FALSO PROFETA E DO DRAGÃO
Antes da instauração do Juízo Final, Deus julgará e sentenciará sumariamente três personagens: a Besta, o Falso Profeta e o Dragão. Os dois primeiros haverão de inaugurar o lago que arde com fogo e enxofre.
1. O juízo sobre a Besta. O Anticristo será tão maléfico à humanidade, que o Senhor o lançará no lago de fogo mil anos antes do Juízo Final (Ap 19.20). Repulsivo e abominável, não terá direito sequer ao último julgamento.
Dessa forma, o Senhor destruirá por completo o sistema político deste mundo, para implantar o governo milenial.
2. O juízo sobre o Falso Profeta. Destino semelhante terá o Falso Profeta que, com os seus prodígios e sinais mentirosos, deu todo o apoio ao Anticristo (Ap 19.20). Com ele haverá de cair os ídolos e os falsos deuses que, desde o Gênesis, vêm afrontando ao Deus Único e Verdadeiro.
3. O juízo sobre o Dragão. Terminada a Septuagésima Semana de Daniel, conhecida também como a Grande Tribulação, Deus aprisionará o Dragão. E este será detido por mil anos (Ap 20.2). Ele é a antiga serpente, é o Diabo.
No final do Milênio, Satanás será temporariamente solto. E sairá a seduzir as nações. Inexplicavelmente, muitos povos o seguirão. Nesse ponto, obrigamo-nos a perguntar: Como o ser humano poderá recusar um governo tão perfeito como o de Cristo? Um governo que proporcionará justiça, segurança e bem-estar social a todos.
O Milênio, por conseguinte, será a última aventura humana antes da instauração do Juízo Final e do Perfeito Estado Eterno: a Jerusalém Celeste.
SINÓPSE DO TÓPICO (2)
Antes de instaurar o Juízo Final, o Senhor julgará antecipadamente a Besta, o Falso Profeta e o Dragão.

III.  A INSTALAÇÃO DO TRONO BRANCO
O Juízo Final terá como símbolo o Trono Branco. Será o mais perfeito e justo de todos os julgamentos. E sobre ele assentar-se-á o mais reto dos juízes.
1. O Trono Branco. Nas Sagradas Escrituras, o branco é o símbolo da justiça divina (Ap 19.8). O Juízo Final, pois, simbolizado pelo Trono Branco, será de tal forma processado, que nele não haverá qualquer falha ou deslize. Será irretorquível (Sl 19.9).
2. Os tronos dos justos. Além do Trono Branco, onde assentar-se-á o Todo-Poderoso, tendo ao seu lado o Cordeiro, muitos outros tronos serão instalados. E nestes estarão os redimidos de todas as eras (Ap 20.4). Milhões e milhões de tronos! Lá nos acharemos, inclusive, para julgar os anjos caídos (1 Co 6.3).
3. O Supremo Juiz. O Senhor Deus é o juiz de toda a terra (Gn 18.25). Ele é o juiz de vivos e de mortos (At 10.42). Sua competência é inquestionável (1 Pe 4.5). Enfim, o Senhor é um justo juiz (Sl 119.137). Somente alguém com tais características poderia conduzir o Juízo Final.
4. Os livros do Juízo Final. Escreve o Evangelista que, no Juízo Final, muitos livros serão abertos: "E abriram-se os livros. E abriu-se outro livro, que é o da vida" (Ap 20.12). Nesses livros, acha-se escrita fidedignamente a história da humanidade. Nenhum registro é alterado. Todas as obras humanas acham-se neles anotadas.
Entre esses volumes e rolos, encontram-se também as Sagradas Escrituras, pois será com base nestas que há de se processar o Juízo Final.
SINÓPSE DO TÓPICO (3)
Na instauração do Juízo Final teremos os seguintes símbolos: o Trono Branco, os tronos dos justos, o Supremo Juiz e os livros do Juízo.

IV.  O JULGAMENTO DOS MORTOS
Os mortos, grandes e pequenos, estarão diante do Trono Branco. Já imaginou o julgamento de bilhões de seres humanos? E cada um destes será tratado individual e personalizadamente. Diz o texto sagrado: "E foram julgados cada um segundo as suas obras" (Ap 20.13).
1. A segunda ressurreição. Dar-se-á logo após o Milênio, trazendo novamente à vida ímpios e pecadores de todas as eras (Ap 20.12).
A primeira ressurreição acontecerá no término da Grande Tribulação e contemplará os mártires desse período (Ap 20.1-6).
2. Os mortos da segunda ressurreição. Do homicida Caim ao último dos pecadores, todos lá estarão. Nero, Calígula, Hitler. Também lá estarão os pecadores anônimos que, agarrados à justiça própria, rejeitaram a graça de Deus.
Os que morrerem durante o Milênio de igual modo se farão presentes. Os inscritos no Livro da Vida tornarão a viver para tomar parte nas bem-aventuranças da Jerusalém Celeste (Ap 20.4-6,15).
3. A segunda morte. O horror da segunda morte não está propriamente no lago de fogo, mas na separação definitiva e eterna de Deus. Os ímpios serão lançados nesse lugar de tormentos, localizado nas trevas exteriores (Mt 25.30). É um castigo real num lugar real. Jamais terá fim.
SINÓPSE DO TÓPICO (4)
No Juízo Final, os mortos, sejam grandes ou pequenos, estarão diante do Trono Branco.

V.  O JULGAMENTO DA MORTE E DO INFERNO
Finalmente, serão julgados a morte e o inferno. Embora não sejam pessoas, simbolizam os dois grandes castigos que recaíram sobre os filhos de Adão: a experiência física terminal e a penalidade eterna.
1. O juízo sobre a morte. Afirma o apóstolo Paulo que o último inimigo a ser aniquilado é a morte (1 Co 15.26). Os justos nunca mais experimentarão a morte, porque viverão eternamente ao lado do Senhor. Assim, poderemos cantar: "Tragada foi a morte na vitória" (1 Co 15.54). Ela também será lançada no lago de fogo (Ap 20.14).
2. O juízo sobre o inferno. O inferno não é um estado de espírito. É um lugar real (Lc 16.23). Mas está com os seus dias contados. É o que diz o Evangelista: "E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte" (Ap 20.14).
O inferno será lançado no inferno. Assim, o Senhor aniquilará todas as maldições que, desde Adão e Eva, infelicitam a raça humana.
SINÓPSE DO TÓPICO (5)
Embora não sejam pessoas, a morte e o inferno serão finalmente julgados. Eles simbolizam os dois grandes castigos perpetuados na humanidade.

CONCLUSÃO
No lago de fogo, não serão lançados apenas genocidas como Nero e Hitler. Adúlteros e mentirosos também sofrerão as penalidades eternas, conforme adverte a Palavra de Deus: "Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte" (Ap 21.8). Infelizmente, tais pecados acham-se também entre os que invocam o nome de Deus. É hora de buscarmos ao Senhor. Sua advertência é grave e urgente: "Quem é injusto faça injustiça ainda; e quem está sujo suje-se ainda; e quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda" (Ap 22.11). Santidade ao Senhor!

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
Subsídio Bibliológico
"Inferno"
O inferno, no sentido de um lugar para futuro castigo, certamente é ensinado de uma maneira distinta na Bíblia. Embora a doutrina não seja tão claramente expressa no Antigo Testamento quanto o é no Novo Testamento [...]. [Há nas Escrituras] [...] quatro palavras traduzidas como "inferno" são [elas]:
1. Sheol. [...] No Antigo Testamento, sheol é usada para a sepultura (Jó 17.13; Sl 16.10; Is 38.10) e para o lugar dos mortos, tantos bons (Gn 37.35; Jó 14.13; Sl 6.5; Ec 9.10) quanto os maus (Sl 55.15; Pv 9.18).
2. Hades. [É] a palavra grega que mais se aproxima de sheol e o nome do deus grego do submundo. [...] Hades [...] é o lugar dos maus (Lc 16.23). [...] Hades é a tradução de Sheol em Salmos 16.10 e refere-se simplesmente ao sepulcro ou à morte. Nas passagens de Apocalipse, Hades parece estar personificado como um sinônimo da morte em relação ou seu poder sobre os homens, provalvelmente seguindo a metáfora de Mateus 16.18.
3. Geena. [Refere-se a] um lugar onde havia fogo constante, um símbolo dos espíritos perdidos atormentados [...] (Mt 5.22; 29,30; 10.28; Mc 9.43,45,47; Lc 12.5; Tg 3.6).
4. Tartaroo. Um verbo grego que significa "enviar Tártaro", encontrada somente em 2 Pedro 2.4. Os gregos viam Tártaro como um lugar subterrâneo, inferior ao Hades, onde a punição divina era infligida" (Dicionário Bíblico Wycliffe. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp.968,69).

VOCABULÁRIO
Casuísmo: Argumento ou medida fundamentada em raciocínio enganador ou falso, especialmente em direito e moral, e baseada muitas vezes em casos concretos e não em princípios fortemente estabelecidos.
Consoante: Concordante.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
Dicionário Bíblico Wycliffe. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.
HORTON, Stanley M. Apocalipse: As coisas que brevemente devem acontecer. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2001.
LAHAYE, Tim; HINDSON, Ed (Eds.). Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão
CPAD, nº 50, p.42.

EXERCÍCIOS
1. O que é o Juízo Final?
R. É o julgamento que o Senhor Deus conduzirá no final dos tempos, para retribuir a cada um consoante às suas obras (2 Tm 4.1; Ap 20.12). 
2. Quais os trãs personagens que serão julgados antes da instauração do Juízo Final?
R. Besta, o Falso Profeta e o Dragão.
3. Segundo a lição, qual será o símbolo do Juízo Final?
R. O Trono Branco.
4. O julgamento final será coletivo ou individual? Explique.
R. Individualmente. Cada um será tratado individual e personalizadamente. Diz o texto sagrado: "E foram julgados cada um segundo as suas obras" (Ap 20.13). 
5. Quais foram os dois grandes castigos que recaíram sobre os filhos de Adão?
R. A experiência física terminal e a penalidade eterna. 

Prog. Movimento Pentecostal 417 - 09/06/12 - CPAD Parte 2


Pr. José Wellington da Silva
Mensagem: Pr José Wellington Bezerra da Costa traz uma mensagem da Palavra de Deus em Joel 2:18 e 19 "Promessas de Deus para Sua Igreja";

Prog. Movimento Pentecostal 417 - 09/06/12 - CPAD Parte 3


Louvor: Clipe da música "Anseio por Tí" do  Ministério Hebrom - CPAD Music;


Matéria: Entrevista com o pastor Eliezer de Lira e Silva, 
comentarista do próximo trimestre das Lições Bíblicas da CPAD sob o título: 
Vencendo as Aflições da Vida