domingo, 14 de outubro de 2012

Lição 3 - Joel - O Derramamento do Espírito Santo



Lição 3
21 de Outubro de 2012

Joel - O Derramamento do Espírito Santo 

TEXTO ÁUREO
"E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos"
(At 2.17).

VERDADE PRÁTICA
O Espírito Santo não veio ao mundo cumprir uma missão temporária, mas guiar a Igreja até a vinda do Senhor.

HINOS SUGERIDOS 100, 290, 491

LEITURA DIÁRIA
Segunda - O derramamento do Espírito Santo
 Is 44.3 Porque derramarei água sobre o sedento e rios, sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade e a minha bênção, sobre os teus descendentes.
Terça - Jesus batiza com o Espírito Santo
 Mt 3.11 E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; não sou digno de levar as suas sandálias; ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.
Quarta -  O Consolador está sempre conosco
Jo 14.16 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre,
Quinta -  O Espírito Santo ensina a Igreja
Jo 14.26 Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.
Sexta -  As línguas e o batismo com o Espírito Santo
At 2.4 E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
Sábado -  Os gentios e o batismo com o Espírito Santo
At 11.15 E, quando comecei a falar, caiu sobre eles o Espírito Santo, como também sobre nós ao princípio.
16 E lembrei-me do dito do Senhor, quando disse: João certamente batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo.


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Joel 1.1
1 Palavra do SENHOR que foi dirigida a Joel, filho de Petuel.
Joel 2.28-32
28 E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas 
filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões.
29 E também sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias, derramarei o meu Espírito.
30 E mostrarei prodígios no céu e na terra, sangue, e fogo, e colunas de fumaça.
31 O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR.
32 E há de ser que todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo; porque no monte Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como o SENHOR tem dito, e nos restantes que o SENHOR chamar.

INTERAÇÃO
Quando o Espírito Santo foi derramado sobre a Igreja, em Jerusalém, muitas pessoas ficaram atônitas com o fenômeno, pois viram gente simples falando línguas totalmente desconhecidas deles. Outros, no entanto, zombavam, afirmando que essas pessoas estavam "cheias de mostos" ou "embriagadas". Nessa ocasião, o apóstolo Pedro se levantou, junto dos demais apóstolos   Pedro, porém, pondo-se em pé com os onze, levantou a voz e disse-lhes: Varões judeus e todos os que habitais em Jerusalém, seja-vos isto notório, e escutai as minhas palavras.(At 2.14) e expôs sistematicamente os pontos centrais da revelação de Deus através de Jesus Cristo. Ele evocou a profecia de Joel a respeito do derramamento do Espírito Santo (At 2.15-21) Estes homens não estão embriagados, como vós pensais, sendo esta a terceira hora do dia.
16 Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel:
17 E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos;
18 e também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e minhas servas, naqueles dias, e profetizarão;
19 e farei aparecer prodígios em cima no céu e sinais em baixo na terra: sangue, fogo e vapor de fumaça.
20 O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes de chegar o grande e glorioso Dia do Senhor;
21 e acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.
 e conclamou-os: "Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar" (At 2.38,39).

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
* Explicar o contexto histórico, a estrutura e a mensagem do livro de Joel.
* Compreender que o Espírito Santo é uma pessoa divina.
* Saber que o livro de Joel é escatológico.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, utilize o quadro abaixo para introduzir a aula e explicar que o livro de Joel pode ser dividido em duas partes. A primeira descreve a devastação de Judá ocasionada por uma grande praga de gafanhotos e a comunidade. E a segunda, a resposta de Deus a Israel e às nações.

LIVRO DE JOEL

PRIMEIRA PARTE
A praga dos gafanhotos e a comunidade (1.1-2.17).
• A praga de gafanhotos (1.1-4).Palavra do SENHOR que foi dirigida a Joel, filho de Petuel.
Ouvi isto, vós, anciãos, e escutai, todos os moradores da terra: Aconteceu isto em vossos dias? Ou também nos dias de vossos pais?
Fazei sobre isto uma narração a vossos filhos, e vossos filhos, a seus filhos, e os filhos destes, à outra geração.
O que ficou da lagarta, o comeu o gafanhoto, e o que ficou do gafanhoto, o comeu a locusta, e o que ficou da locusta, o comeu o pulgão.
• Chamado à lamentação (1.5-20). 5 Despertai, ébrios, e chorai; gemei, todos os que bebeis vinho, por causa do 
mosto, porque tirado é da vossa boca.
6 Porque uma nação subiu sobre a minha terra, poderosa e sem número; os seus dentes são dentes de leão, e tem queixadas de um leão velho.
7 Fez da minha vide uma assolação, e tirou a casca da minha figueira, e despiu-a toda, e a lançou por terra; os seus sarmentos se embranqueceram.
8 Lamenta como a virgem que está cingida de pano de saco pelo marido da sua mocidade.
9 Foi cortada a oferta de manjar e a libação da Casa do SENHOR; os sacerdotes, servos do SENHOR, estão entristecidos.
10 O campo está assolado, e a terra, triste; porque o trigo está destruído, o mosto se secou, o óleo falta.
11 Os lavradores se envergonham, os vinhateiros gemem sobre o trigo e sobre a cevada; porque a colheita do campo pereceu.
12 A vide se secou, a figueira se murchou; a romeira também, e a palmeira, e a macieira; todas as árvores do campo se secaram, e a alegria se secou entre os filhos dos homens.
13 Cingi-vos e lamentai-vos, sacerdotes; gemei, ministros do altar; entrai e passai, vestidos de panos de sacos, durante a noite, ministros do meu Deus; porque a oferta de manjares e a libação cortadas foram da Casa de vosso Deus.
14 Santificai um jejum, apregoai um dia de proibição, congregai os anciãos e todos os moradores desta terra, na Casa do SENHOR, vosso Deus, e clamai ao SENHOR.
15 Ah! Aquele dia! Porque o dia do SENHOR está perto e virá como uma assolação do Todo-poderoso.
16 Porventura o mantimento não está cortado de diante de nossos olhos? A alegria e o regozijo, da Casa de nosso Deus?
17 A semente apodreceu debaixo dos seus torrões, os celeiros foram assolados, os armazéns, derribados, porque se secou o trigo.
18 Como geme o gado! As manadas de vacas estão confusas, porque não têm pasto; também os rebanhos de ovelhas são destruídos.
19 A ti, ó SENHOR, clamo, porque o fogo consumiu os pastos do deserto, e a chama abrasou todas as árvores do campo.
20 Também todos os animais do campo bramam a ti; porque os rios se secaram, e o fogo consumiu os pastos do deserto.
• Grande alarme (2.1-11).  1 Tocai a buzina em Sião e clamai em alta voz no monte da minha santidade; 
perturbem-se todos os moradores da terra, porque o dia do SENHOR vem, ele está perto;
2 dia de trevas e de tristeza; dia de nuvens e de trevas espessas; como a alva 
espalhada sobre os montes, povo grande e poderoso, qual desde o tempo antigo 
nunca houve, nem depois dele haverá pelos anos adiante, de geração em geração.
3 Diante dele um fogo consome; e atrás dele uma chama abrasa; a terra diante dele é 
como o jardim do Éden, mas atrás dele um desolado deserto; sim, nada lhe escapará.
4 O seu parecer é como o parecer de cavalos; e correrão como cavaleiros.
5 Como o estrondo de carros sobre os cumes dos montes, irão eles saltando; como o ruído da chama de fogo que consome a pragana, como um povo poderoso, ordenado para o combate.
6 Diante dele temerão os povos; todos os rostos são como a tisnadura da panela.
7 Como valentes correrão, como homens de guerra subirão os muros; e irá cada um 
nos seus caminhos, e não se desviarão da sua fileira.
8 Ninguém apertará a seu irmão; irá cada um pelo seu carreiro; sobre a mesma espada 
se arremessarão e não serão feridos.
9 Irão pela cidade, correrão pelos muros, subirão às casas, pelas janelas entrarão como o ladrão.
10 Diante dele tremerá a terra, abalar-se-ão os céus; o sol e a lua se enegrecerão, e as 
estrelas retirarão o seu resplendor.
11 E o SENHOR levanta a sua voz diante do seu exército; porque muitíssimos são os seus 
arraiais; porque poderoso é, executando a sua palavra; porque o dia do SENHOR é 
grande e mui terrível, e quem o poderá sofrer?
• Chamado ao arrependimento (2.12-17). 12 Ainda assim, agora mesmo diz o SENHOR: Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com choro, e com pranto.
13 E rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus; porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em beneficência e se arrepende do mal.
14 Quem sabe se se voltará, e se arrependerá, e deixará após si uma bênção, em oferta de manjar e libação para o SENHOR, vosso Deus?
15 Tocai a buzina em Sião, santificai um jejum, proclamai um dia de proibição.
16 Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, congregai os filhinhos e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva, do seu tálamo.
17 Chorem os sacerdotes, ministros do SENHOR, entre o alpendre e o altar, e digam: Poupa o teu povo, ó SENHOR, e não entregues a tua herança ao opróbrio, para que as nações façam escárnio dele; porque diriam entre os povos: Onde está o seu Deus?

SEGUNDA PARTE
A resposta do Senhor a Israel e às nações (2.18-3.21).
• Compaixão pela comunidade (2.18-27).  18 Então, o SENHOR terá zelo da sua terra e se compadecerá do seu povo.
19 E o SENHOR responderá e dirá ao seu povo: Eis que vos envio o trigo, e o mosto, e o óleo, e deles sereis fartos, e vos não entregarei mais ao opróbrio entre as nações.
20 E aquele que é do Norte farei partir para longe de vós, e lançá-lo-ei em uma terra seca e deserta; a sua frente para o mar oriental, e a sua retaguarda para o mar ocidental; e subirá o seu mau cheiro, e subirá a sua podridão; porque fez grandes coisas.
21 Não temas, ó terra; regozija-te e alegra-te; porque o SENHOR fez grandes coisas.
22 Não temais, animais do campo, porque os pastos do deserto reverdecerão, porque o 
arvoredo dará o seu fruto, a vide e a figueira darão a sua força.
23 E vós, filhos de Sião, regozijai-vos e alegrai-vos no SENHOR, vosso Deus, porque ele vos dará ensinador de justiça e fará descer a chuva, a temporã e a serôdia, no primeiro mês .
24 E as eiras se encherão de trigo, e os lagares transbordarão de mosto e de óleo.
25 E restituir-vos-ei os anos que foram consumidos pelo gafanhoto, e a locusta, e o 
pulgão, e a oruga, o meu grande exército que enviei contra vós.
26 E comereis fartamente, e ficareis satisfeitos, e louvareis o nome do SENHOR, vosso Deus, que procedeu para convosco maravilhosamente; e o meu povo não será mais envergonhado.
27 E vós sabereis que eu estou no meio de Israel e que eu sou o SENHOR, vosso Deus, 
e ninguém mais; e o meu povo não será envergonhado para sempre.
• Bênçãos para a comunidade (2.28-32). 28 E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões.
29 E também sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias, derramarei o meu Espírito.
30 E mostrarei prodígios no céu e na terra, sangue, e fogo, e colunas de fumaça.
31 O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR.
32 E há de ser que todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo; porque no monte Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como o SENHOR tem dito, e nos restantes que o SENHOR chamar.
• Julgamento das nações (3.1-17). Porquanto eis que, naqueles dias e naquele tempo, em que removerei o cativeiro de 
Judá e de Jerusalém,
congregarei todas as nações e as farei descer ao vale de Josafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do meu povo e da minha herança, Israel, a quem eles espalharam entre as nações, repartindo a minha terra.
E lançaram a sorte sobre o meu povo, e deram um menino por uma meretriz, e venderam uma menina por vinho, para beberem.
E também que tendes vós comigo, Tiro e Sidom e todos os termos da Fenícia? É tal o pago que vós me dais? Pois, se me pagais assim, bem depressa farei cair a vossa paga sobre a vossa cabeça.
Visto como levastes a minha prata e o meu ouro e as minhas coisas desejáveis e formosas metestes nos vossos templos;
e vendestes os filhos de Judá e os filhos de Jerusalém aos filhos dos gregos, para os apartar para longe dos seus termos;
eis que eu os moverei do lugar para onde os vendestes; e farei cair a vossa paga sobre a vossa própria cabeça.
E venderei vossos filhos e vossas filhas pela mão dos filhos de Judá, que os venderão aos de Seba, a uma nação remota, porque o SENHOR o disse.
Proclamai isso entre as nações, santificai uma guerra; suscitai os valentes; cheguem-se, subam todos os homens de guerra.
10 Forjai espadas das vossas enxadas e lanças das vossas foices; diga o fraco: Eu sou forte.
11 Ajuntai-vos, e vinde, todos os povos em redor, e congregai-vos (ó SENHOR, faze descer ali os teus fortes!);
12 movam-se as nações e subam ao vale de Josafá; porque ali me assentarei, para julgar todas as nações em redor.
13 Lançai a foice, porque já está madura a seara; vinde, descei, porque o lagar está cheio, os vasos dos lagares transbordam; porquanto a sua malícia é grande.
14 Multidões, multidões no vale da Decisão! Porque o dia do SENHOR está perto, no vale da Decisão.
15 O sol e a lua se enegrecerão, e as estrelas retirarão o seu resplendor.
16 E o SENHOR bramará de Sião e dará a sua voz de Jerusalém, e os céus e a terra tremerão; mas o SENHOR será o refúgio do seu povo e a fortaleza dos filhos de Israel.
17 E vós sabereis que eu sou o SENHOR, vosso Deus, que habito em Sião, o monte da minha santidade; e Jerusalém será santidade; estranhos não passarão mais por ela.
• Presença de Deus em Jerusalém (3.18-21).  18 E há de ser que, naquele dia, os montes destilarão mosto, e dos outeiros manará leite, e todos os rios de Judá estarão cheios de águas; e sairá uma fonte da Casa do SENHOR e regará o vale de Sitim.
19 O Egito se tornará uma assolação, e Edom se fará um deserto de solidão, por causa da violência que fizeram aos filhos de Judá, em cuja terra derramaram sangue inocente.
20 Mas Judá será habitada para sempre, e Jerusalém, de geração em geração.
21 E purificarei o sangue dos que eu não tinha purificado, porque o SENHOR habitará em Sião.


COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO
O Movimento Pentecostal, no início do século 20, colocou o livro de Joel em evidência, fazendo com que ele fosse conhecido como o "profeta pentecostal". Apesar disso, o anúncio da descida do Espírito Santo não é o tema predominante de seus oráculos. A maior parte de suas profecias fala da praga da locusta e do julgamento das nações no fim dos tempos.

I. O LIVRO DE JOEL NO CÂNON SAGRADO
1. Contexto histórico. Pouco ou quase nada se conhece sobre Joel e a sua época. As escassas informações baseiam-se em alguns lampejos extraídos de seu livro. Era profeta de Judá e seu pai se chamava Petuel (1.1). Isso é tudo o que sabemos de sua vida pessoal. Nenhum rei é mencionado em seu livro, dificultando a contextualização histórica. Ele é anterior a todos os profetas literários, pois tem-se como certo que escreveu suas profecias em 835 a.C. Trata-se da época em que Judá estava sob a regência de Joiada durante a infância de Joás (2 Cr 23.16-21). Isso explica a influência e a presença significativa dos sacerdotes no governo de Judá (Jl 1.9,13; 2.17). O templo estava em pleno funcionamento (Jl 1.9,13,14).
2. Posição de Joel no Cânon Sagrado. A ordem dos Profetas Menores em nossas versões da Bíblia é a mesma do Cânon Judaico e da Vulgata Latina, mas não é cronológica. Joel é o segundo livro, situado entre Oseias e Amós, mas na Septuaginta há uma diferença na ordem dos primeiros seis livros: Oseias, Amós, Miqueias, Joel, Obadias, Jonas.
3. Estrutura e mensagem. O oráculo foi entregue ao profeta por meio da palavra (1.1). São três capítulos, mas a sua divisão na Bíblia Hebraica é diferente: lá temos quatro capítulos, pois o trecho 2.28-32 equivale ao capítulo três, com cinco versículos, e o conteúdo do capítulo quatro é exatamente o mesmo do nosso capítulo três. São dois os temas principais: a praga da locusta (1.1-2.27) e os eventos do fim dos tempos (2.28-3.21). O assunto do livro é escatológico, com ameaças e promessas.
SINÓPSE DO TÓPICO (1) O livro de Joel é uma obra escatológica  que contém  advertências e promessas divinas.

II. A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO 
1. Sua personalidade. O Espírito está presente em toda a Bíblia, que o mostra claramente como uma pessoa e não como uma mera influência. Ele é inteligente (Rm 8.27), tem emoções (Ef 4.30) e vontade (At 16.6-11; 1 Co 12.11). Há abundantes provas bíblicas de sua personalidade.
2. Sua divindade. O Espírito Santo é chamado textualmente de "Deus de Israel" (2 Sm 23.2,3). Ele é igual ao Pai e ao Filho em poder, glória e majestade. Na declaração batismal, somos batizados também em seu nome (Mt 28.19; Ef 4.4-6). Isso significa que o Espírito Santo é objeto da nossa fé e da nossa adoração. Ele é tudo o que Deus é (1 Co 2.10,11).
3. Como uma pessoa pode ser derramada? Esta é uma das perguntas que alguns grupos religiosos fazem frequentemente com a finalidade de "provar" que o Espírito Santo não é Deus nem uma pessoa. Aqui, por duas vezes a palavra profética afirma "derramarei o meu Espírito" (2.28,29), o que é ratificado em o Novo Testamento (At 2.17,18). Ao longo da história, a divindade do Espírito Santo sempre encontrou oposição. Após o Concílio de Niceia, surgiram os pneumatomachoi ("opositores do Espírito") que, liderados por Eustáquio de Sebaste (300-380), não aceitavam a divindade do Espírito Santo.
4. Linguagem metafórica. O "derramamento" do Espírito Santo é a expressão que a Bíblia usa para descrever o revestimento de alguém com o poder do mesmo Espírito. Trata-se de uma metáfora, figura que "consiste na transferência de um termo para uma esfera de significação que não é a sua, em virtude de uma comparação implícita" (Gramática Rocha Lima).
Simbolizado pela água, o Espírito Santo lava, purifica e refrigera como reflexo de suas múltiplas operações (Is 44.3; Jo 7.37-39; Tt 3.5).
SINÓPSE DO TÓPICO (2) O Espírito Santo é uma pessoa e não uma mera influência

III. HORIZONTES DA PROMESSA
1. Ponto de partida. A profecia do derramamento do Espírito Santo começou a ser cumprida no dia de Pentecostes, que marcou a inauguração da Igreja (At 2.16). O apóstolo Pedro empregou apropriadamente a expressão "nos últimos dias" (At 2.17) no lugar de "depois" (Jl 2.28a).
Não faz sentido algum, por conseguinte, afirmar que a efusão do Espírito Santo foi apenas para a Era Apostólica; antes, pelo contrário, começou com os apóstolos e continua em nossos dias. Era o ponto de partida, e não de chegada.
2. Comunicação divina. Deus disponibilizou recursos espirituais para manter a comunicação com o seu povo por meio de sonhos, visões e profecias, independentemente de idade, sexo e posição social (2.28b,29). Todavia, cabe-nos ressaltar que somente a Bíblia é a autoridade divina e definitiva na terra. Quanto aos sonhos, visões e profecias, são-nos concedidos para a edificação individual, e não podem ser usados para fundamentar doutrinas. A Bíblia Sagrada é a nossa única regra de fé e prática.

SINÓPSE DO TÓPICO (3) A efusão do Espírito Santo começou com os apóstolos e continua em nossos dias até a volta de Jesus

IV. O FIM DOS TEMPOS
1. Sinais. A profecia de Joel fala ainda sobre aparição de sinais em cima no céu e embaixo na terra, de sangue, fogo e colunas de fumaça, do sol convertendo-se em trevas e da lua tornando-se sangue (2.30,31). São manifestações teofânicas de Jeová para revelar a si mesmo e também para executar juízo sobre o pecado (Êx 19.18; Ap 8.7). Tudo isso o apóstolo Pedro citou integralmente em sua pregação (At 2.19,20). É de se notar que tais manifestações não foram vistas por ocasião do Pentecostes. A explicação é que se trata do começo dos "últimos dias".
2. Etapas. O primeiro advento de Cristo e o derramamento do Espírito Santo são eventos introdutórios dos "últimos dias" (At 2.17). Os sinais cósmicos acompanhados de fogo, coluna de fumaça etc., ausentes no dia de Pentecostes, dizem respeito à Grande Tribulação, no epílogo da história, "antes que venha o grande e terrível dia do Senhor" (Jl 2.31; At 2.20).
3. Resultado. A vinda do Espírito Santo, além de revestir os crentes em Jesus, resulta também em salvação a todos os que desejam encontrar a vida eterna. O apóstolo Pedro termina a citação de Joel com estas palavras: "Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (At 2.21). O nome "SENHOR", com letras maiúsculas, indica na Bíblia Hebraica a presença do tetragrama YHWH (as quatro consoantes do nome divino "Yahweh, Javé, Yehovah, Jeová"). O apóstolo Paulo citou essa passagem referindo-se a Jesus, e afirmando que o Meigo Nazareno é o mesmo grande Deus Jeová de Israel (Rm 10.13).
SINÓPSE DO TÓPICO (4) O livro de Joel é escatológico. Ele fala do fim dos tempos a partir do derramamento do Espírito Santo nos últimos dias.

CONCLUSÃO
O derramamento do Espírito Santo inaugura a dispensação da Igreja, que, acompanhado de grandes sinais, faz do cristianismo uma religião sui generis. A Igreja continua recebendo o poder do alto e prossegue anunciando a salvação a todos os povos. Nisso, vemos a múltipla operação do Espírito Santo, revestindo de poder os crentes em Jesus e convencendo o pecador de seus pecados (At 1.8; Jo 16.7-11).

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I
Subsídio Histórico
"Joás, rei de Judá
[...] O verdadeiro descendente de Davi assentou-se no trono, e reinou durante quarenta anos (835-796). Visto que ele tinha apenas sete anos quando se tornou rei, ficou sob a tutela de Jeoiada, o sumo sacerdote, cuja autoridade sobre o jovem monarca estendia-se ao ponto de escolher suas esposas (2 Cr 24.3). Os anos de apostasia sob Atália atingiram a vida religiosa da nação. Particularmente grave era o fato de o templo e os serviços sagrados haverem sido abandonados. Joás, já no princípio de seu reinado, decidiu reformar e restaurar a casa de Yahweh (2 Rs 12.2,5). Portanto, incumbiu os sacerdotes e levitas de saírem a todas as cidades e vilarejos de seu reino a fim de obter as ofertas para a manutenção do templo.
Embora o apelo resultasse no acúmulo de fundos, a obra tardou por alguma razão, e até o vigésimo terceiro ano de Joás (cerca de 814) não havia qualquer indício da obra. O rei Joás então ordenou ao sumo sacerdote Jeoiada que providenciasse a construção de um gazofilácio ao lado do grande altar, onde os sacerdotes depositariam as ofertas do povo. Um apelo foi feito por todo o reino para que trouxessem suas ofertas ao templo; e com alegria o povo ofertou (MERRIL, Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento: O reino de sacerdotes que Deus colocou entre as nações. 6.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, pp.384,86).

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
HARRISON, R. K. Tempos do Antigo Testamento: Um Contexto Social, Político e Cultural. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
MERRIL, Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento: O reino de sacerdotes que Deus colocou entre as nações. 6.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.

SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão
CPAD, nº 52, p.37.

EXERCÍCIOS
1.  Qual o assunto do livro de Joel?
R. O assunto do livro é escatológico, com ameaças e promessas.
2. Em que parte da Bíblia o Espírito Santo é textualmente chamado de Deus?
R. O Espírito Santo é chamado textualmente de "Deus de Israel" em 2 Samuel 23.2, 3 e Atos 5.3, 4.
3. Qual o nome do líder que após o Concílio de Niceia não aceitava a divindade do Espírito Santo?
R. Eustáquio de Sebaste.
4. Qual o significado do derramamento do Espírito Santo?
R.O "derramamento" do Espírito Santo é a expressão que a Bíblia usa para descrever o revestimento de alguém com o poder do mesmo Espírito.
5.Quais sãos os eventos introdutórios dos "últimos dias"?
R. O primeiro advento de Cristo e o derramamento do Espírito Santo são eventos introdutórios dos "últimos dias" (At 2.17).

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

100 milhões sob perseguição - Saiba quais os países onde os cristãos são mais perseguidos


100 milhões sob perseguição

Saiba quais os países onde os cristãos são mais perseguidos



100 milhões sob perseguição
Dos 2 bilhões de cristãos no mundo, pelo menos 100 milhões sofrem algum tipo de opressão ou perseguição, principalmente em países islâmicos. O dado é da ONG Missão Portas Abertas. “E as coisas parecem estar piorando”, disse Ângela Wu, diretora internacional do Departamento Legal do Fundo Becket para a Liberdade Religiosa, com sede em Washington.

Os fatos corroboram a observação de Wu. No final de março, dez atiradores invadiram escritório da Visão Mundial em Mansehra, distrito ao norte de Islamabad, capital do Paquistão, matando seis funcionários e ferindo outros sete. O governo do Marrocos expulsou, no início de março, 26 cristãos, sob a acusação de proselitismo. Em fevereiro, pelo menos oito cristãos foram assassinados na região de Mosul, no Iraque. No Egito, num domingo de janeiro, oito cristãos coptas foram mortos a tiros quando saíam de um culto.

De acordo com levantamento da Missão Portas Abertas, de novembro de 2008  a outubro de 2009, a Coréia do Norte liderou a classificação de países por perseguição. Inclusive, cristãos foram usados como cobaias para testes de armas químicas e biológicas realizadas naquele país. Em segundo lugar aparece o Irã, onde templos foram fechados no ano passado e estima-se que pelo menos 85 cristãos estejam presos. O islã é a religião oficial no Irã e todas as leis devem ser compatíveis com a interpretação oficial da sharia (lei islâmica). Os demais países da lista de dez países que mais perseguem cristãos são Arábia Saudita, Somália, Maldivas, Afeganistão, Iêmen, Mauritânia, Laos e Uzbequistão.

Em pesquisa realizada entre 2006 e 2008 em 198 países, o Pew Forum on Religion & Public Life, de Washington, concluiu que 70% dos 6,8 bilhões de habitantes do planeta vivem em nações com algum limite, ou elevados limites, à liberdade religiosa. Apenas 15% da população vive em países onde a manifestação religiosa é realmente livre. Essa pesquisa destaca ainda a China e a Índia entre os países com grandes restrições religiosas. O Pew Forum faz uma distinção entre países nos quais os governos impõem restrições e países onde a população discrimina quem não se alinha à religião hegemônica. Na China e no Vietnã, são governos que restringem a liberdade religiosa. Na China, as restrições atingem não apenas cristãos, mas também budistas do Tibete e muçulmanos do Uighur. No caso dos cristãos das “igrejas clandestinas”, eles sequer são registrados.

Se os governos da Nigéria e de Bangladesh se mostram moderados, é a sociedade civil que explode contra seguidores de uma ou outra religião. Muçulmanos têm perseguido cristãos intensamente nesses países. O mesmo ocorre na Índia, onde as hostilidades são realizadas mais por grupos sociais do que pelo governo. Hindus têm atacado grandemente cristãos na Índia. Na lista do Pew Fórum ,a Arábia Saudita aparece em primeiro lugar porque no país tanto autoridades quanto população são hostis às religiões “inimigas”. Governos do Sri Lanka, Myanmar e Camboja defendem uma só religião, o budismo, reprimindo as outras.

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Quem ora e lê a Bíblia todo dia é mais maduro





Quem ora e lê a Bíblia todo dia é mais maduro 

Você já deve ter ouvido falar que os cristãos que oram e leem a Bíblia diariamente são os que mais demonstram maturidade cristã e crescimento espiritual, e também que os crentes que oram mais e são mais assíduos à igreja são os mais envolvidos em atividades cristãs durante a semana. Pois bem, essas verdades bíblicas e da experiência particular dos cristãos em suas congregações podem ser aferidas e atestadas por um meticuloso estudo realizado neste ano com milhares de evangélicos nos Estados Unidos, maior país evangélico do mundo, o segundo estima-se que seja a China, com milhões em sua igrejas clandestinas e subterrâneas, e o terceiro lugar é  o Brasil.
Esta ampla pesquisa foi realizada pelo LifeWay Research com o objetivo de investigar em que pé anda o discipulado (o fazer discípulos) no meio evangélico norte-americano e o nível de maturidade espiritual dos cristãos nos EUA. Porem apesar de ser um retrato apenas dos evangélicos daquele país, algumas conclusões a que chegaram os pesquisadores são aplicáveis no contexto evangélico no Brasil em qualquer outro lugar, pois o levantamento destaca a importância do crente ler a Bíblia, frequentar os cultos em sua igrejas como fatores determinantes da saúde espiritual, o que, ali´s, corrobora com aquilo que afirma a Bíblia sagrada sobre a qualidade da vida espiritual do cristão.



Mensageiro da Paz - Número 1529 - outubro de 2012, CPAD (MATÉRIA DE CAPA - Páginas 4 e 5)

Israel quer destruir duas mesquitas sagradas do Islã para construir o Terceiro Templo de Salomão



Israel quer destruir duas mesquitas sagradas do Islã para construir o Terceiro Templo de Salomão

Campo Grande MS, 11 de Outubro de 2012

Pessoas correm aterrorizadas quando ocorre o ataque israelense à mesquita Al-Aqsa.
 (Photo: Instagram/@BDS4Justice)



A agenda dos psicopatas sionistas israelenses possui várias tarefas, como controlar o sistema financeiro global através de fraudes e golpes financeiros, extermínio de 2/3 da população global, isto é, os “indesejáveis” e “não-judeus”, e possuem também uma tarefa “Bíblica” que é o de construir o Terceiro Templo de Salomão. O problema é que para isto, querem DESTRUIR duas das três mesquitas mais sagradas para o Islã, a Al-Aqsa e o Domo da Rocha.
E para anunciar isto(de forma indireta ou subliminar), usaram um panfleto distribuído por Hanukkah, que descreve a revolta dos judeus contra o domínio helenístico. Nele se inclui uma seção chamada “O Festival de heroísmo judaico”, que possui um artigo e um quiz sobre a luta dos judeus contra a Grécia antiga.
Na imagem que o acompanha, a mesquita do Domo da Rocha foi removida. Isto pode ser visto nas imagens do “antes” e “depois” reproduzidas abaixo:


O “antes” mostra a situação atual, com o Domo da Rocha e a Western Wall Esplanade(Muro das Lamentações). O “depois”, que foi retirado do panfleto, mostra apenas o Muro das Lamentações. O Rabinato Militar excluiu o Domo da Rocha. O Estado de Israel distribui imagens que mostram a cena do crime após a destruição do Domo da Rocha. Ele distribuiu aos soldados, que têm acesso às armas necessárias para executar o crime. É a mesma coisa que aconteceu com o assassinato do primeiro-ministro Yitzhak Rabin pelo judeu Yigal Amir, quando foi abordado por Avishai Raviv, agente provocador de Israel.
Israel parecia estar esperando para o que mais tarde viria a ser descrito como um “crime imprevisível”, e “um ato de um soldado selvagem.”
Israel não tem escrúpulos em profanar templos cristãos e muçulmanos e para conseguir atingir este objetivo, encomendaram uma pesquisa entre os judeus.
Revelaram que 17% dos judeus israelenses, religiosos e seculares querem ver um terceiro templo construído. Em um tópico relacionado, os números aumentaram de pesquisas já realizadas, 43% do público secular e 92% do público religioso judaico quer rezar no Monte do Templo. Esta é a média de 52% do público judeu.
Israel não está sozinho nessa. A Christian-Zionism(sionismo cristão) é um culto popular nos EUA. Ele afirma que o retorno dos judeus à Terra Santa, e o estabelecimento do Estado de Israel em 1948, está de acordo com a profecia bíblica e é um pré-requisito para a Segunda Vinda de Jesus. Isto contradiz o Novo Testamento.
Com este pano de fundo, eles fazem o aliado perfeito para os sionistas belicistas. Em 18 de março de 2012, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu nomeou a John Hagee líder cristão-sionista e um grande grupo de americanos Cristãos Unidos por Israel (CUFI – http://www.cufi.org/site/PageServer) em Jerusalém. Entre as heresias mencionadas lá,Netanyahu foi comparado a Moisés, Rei David e ao Messias. Ambos os lados mostraram fidelidade inigualável ao outro, enquanto candidamente ignorando a Deus. Israel e Hagee estão conscientes da construção de um cenário que se assemelha às descrições da batalha do Armagedom no Livro das Revelações, onde um falso Messias é reconhecido por um falso homem do clero, ambos à serviço de Satanás.
Fonte: Roitov visto em: chiwulltun

terça-feira, 9 de outubro de 2012

JUNTOS PODEMOS MAIS!


Grandes coisas fez o Senhor por nós e por isso estamos alegres. Devo ao meu Deus essa vitória, pois Ele cumpre suas promessas. Foi Ele quem abriu todas as portas, preparou nosso caminho e o melhor de tudo: colocou um grande exército em nosso favor. Meus sinceros agradecimentos a todos os amigos e irmãos que vestiram nossa camisa, apoiaram nosso projeto e fizeram parte desse time vitorioso. Agradeço as equipes de rua, a galera do comitê, aos nossos coordenadores, aos nossos amigos pastores que oraram e foram à luta. Também aos parceiros que voluntariamente adesivaram seus carros, colocaram placas em suas casas e ajudaram a multiplicar votos. Não poderia citar nomes, pois foram todos essenciais nesse processo. Minha família, não tenho palavras para agradecer toda compreensão, apoio e carinho que sempre me deram, amo vocês! Deus mais uma vez foi fiel! Agora com um mandato, quero lembrar que nosso projeto inclui todos vocês! Esse projeto não é meu, mas nosso. Um sonho implantando por Deus na família ADM. Sozinho não teria chegado, foi somando forças que atingi o alvo. Vamos continuar juntos, afinal, JUNTOS PODEMOS MAIS! Abraços

"Óleo de alegria, vestes de louvor, coroa em vez de cinzas, para a glória do Senhor (Isaías 61)"

VEM AÍ O PLC 666



VEM AÍ O PLC 666
Ciro Sanches Zibordi


Pressione a tecla [Ficção].
Estou preocupado com a degradação da humanidade e do Brasil, em especial. E acredito que as coisas poderão ficar ainda piores para igreja evangélica, nesses últimos dias. O PANIC (Partido Anticonstitucional dos Numerosos Inimigos do Cristianismo) pretende apresentar, em breve, o PLC 666 (Projeto de Lei do Cão, número 666).

O autor do aludido projeto de lei é o conhecido deputado federal Adolf Nero Diocleciano, que já manifestou o desejo de queimar exemplares da Bíblia em praça pública. Ele alega que esse livro é altamente hamartiofóbico, isto é, incentiva o preconceito e a discriminação contra os pecadores.

Conhecido por sua luta pelos direitos da LABAS (Liga dos Adoradores da Besta Apocalíptica e Simpatizantes), Diocleciano tem como meta eliminar toda e qualquer influência do cristianismo no Brasil. Ele pretende, ao propor a aprovação do PLC 666, proibir os cristãos de difundirem passagens da Bíblia que condenem claramente qualquer tipo de pecado.

A nova lei, se aprovada, contemplará punições para diversos crimes, como a idolatrofobia, a pornofobia, a adulterofobia, a sodomofobia, a pedofilofobia, a efebofilofobia, a latrofobia, etc. O objetivo é diminuir a quantidade de mortes e agressões contra determinados tipos de pecadores. Segundo o DataSodoma e o Ibopedof, o Brasil é campeão de assassinatos e agressões contra sodomitas, pedófilos e efebófilos.

Pregadores, escritores, articulistas e editores de blog que vierem a cercear, de alguma forma, o direito dos pecadores de pecar em paz, sem serem incomodados, em qualquer lugar, serão punidos exemplarmente. Não se permitirá que, num Estado Democrático de Direito e Laico, alguém emita qualquer opinião a respeito dos pecados que as pessoas quiserem cometer...

Desligue o modo ficção pressionando a tecla [Realidade].

Haja o que houver, os cristãos que se prezam não se calarão, ainda que sejam condenados à morte. E continuarão pregando o santo Evangelho, que apresenta, não só o amor de Deus, mas também a sua justiça.

Maranata!

Via Facebook
Ciro Sanches Zibordi (RJ)

domingo, 7 de outubro de 2012

Lição 2 Oseias - A Fidelidade no Relacionamento com Deus


Lição 2
14 de Outubro de 2012

Oseias - A Fidelidade no  
Relacionamento com Deus

TEXTO ÁUREO
"Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo"
(2 Co 11.2).

VERDADE PRÁTICA
O casamento de Oseias ilustra a infidelidade de Israel e mostra a sublimidade do amor de Deus.

HINOS SUGERIDOS 100, 254, 295

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Is 54.5 Deus se apresenta a Israel como um marido
Terça - Jr 2.2 A união de marido e mulher é uma figura do relacionamento entre Deus e Israel
Quarta - Mt 25.1 O Senhor Jesus compara o cortejo nupcial a sua vinda
Quinta - Sl 45.9-11 O resplendor do casamento real ilustra a beleza e a pureza da Igreja
Sexta - Hb 13.4 O casamento deve ser honrado por todos
Sábado - Ap 19.7 O encontro de Cristo com a Igreja é comparado a um casamento

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Oseias 1.1, 2;  2.14-17,  19, 20

1 Palavra do SENHOR que foi dita a Oséias, filho de Beeri, nos dias de Uzias, Jotão, Acaz, 
Ezequias, reis de Judá, e nos dias de Jeroboão, filho de Joás, rei de Israel.
2 O princípio da palavra do SENHOR por Oséias; disse, pois, o SENHOR a Oséias: Vai, toma uma mulher de prostituições e filhos de prostituição; porque a terra se prostituiu, desviando-se do 
SENHOR

14 Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração.
15 E lhe darei as suas vinhas dali e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias da sua mocidade e como no dia em que subiu da terra do Egito.
16 E acontecerá naquele dia, diz o SENHOR, que me chamarás: Meu marido e não me chamarás 
mais: Meu Baal.
17 E da sua boca tirarei os nomes de baalins, e os seus nomes não virão mais em memória.
19 E desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em 
benignidade, e em misericórdias.
20 E desposar-te-ei comigo em fidelidade, e conhecerás o SENHOR.



INTERAÇÃO
O casamento de Oseias denota uma diversidade de sentimentos humanos que desabrocham numa história trágica entre Deus e seu povo. Sim! Tristezas e frustrações fazem parte da vida pessoal do profeta. Mas também é verdade que renovadas esperanças estão implícitas na mensagem dramática desse profeta. Como marido, ele esperava a reconciliação plena com sua esposa Gomer. Tal retrato reflete o amor, a beleza e a intimidade que o verdadeiro casamento pode proporcionar. No caso de Israel, o Altíssimo almeja que a nação deixe o caminho do adultério espiritual e retorne ao amor inefável do esposo que, acima de tudo, a ama.

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
* Conhecer a estrutura do livro de Oseias.
* Compreender a linguagem simbólica usada no livro.
* Conscientizar-se de que Deus está pronto a nos reconciliar e acolher.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Reproduza o esquema da página abaixo. Utilize-o na introdução do primeiro tópico da lição. O esquema facilitará a compreensão dos alunos a respeito da estrutura do livro de Oseias. Explique que os assuntos principais do livro são: a apostasia de Israel; o grande amor de Deus; o juízo divino e as promessas de restauração. O objetivo do livro é mostrar quão grande e abenegado é o amor de Deus por seu povo.


ESBOÇO DO LIVRO DE OSEIAS
Esposa do profeta Oseias (Os 1 - 3)
O povo de Oseias  (Os 4 - 14)
Mensagem de julgamento (Os 4 - 10)

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO
A mensagem de Oseias começa a partir de sua vida pessoal. O seu casamento com Gomer e o difícil relacionamento familiar ocupam os três primeiros capítulos do livro que leva o seu nome. Deus tinha uma mensagem para o povo, pois a esposa e os filhos de Oseias, assim como o abandono e a prostituição dela, e o seu sofrimento e perdão, são sinais e profecias sobre Israel e Judá ao longo dos séculos.

I. O LIVRO DE OSEIAS
1. Contexto histórico. O ministério de Oseias deu-se no período da supremacia política e militar da Assíria. Ele profetizou em Samaria, capital do Reino do Norte, durante os "dias de Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias, reis de Judá, e nos dias de Jeroboão, filho de Joás, rei de Israel" (1.1). A soma desses anos deve ser reduzida significativamente porque Jotão foi corregente com seu pai, Uzias, e da mesma forma Ezequias reinou com Acabe, seu pai (2 Rs 15.5; 18.1,2, 9, 10, 13).
Esses dados fornecidos pelo profeta nos permitem datar o seu ministério entre 793-753 a.C. Jeroboão II, reinou 41 anos num período de prosperidade econômica, mas também de apostasia generalizada (2 Rs 14.23-29).
2. Estrutura. A revelação foi entregue ao profeta pela palavra "dita a Oseias" (1.1a). A segunda declaração: "O princípio da palavra do Senhor por Oseias" (1.2a), reitera a forma de comunicação do versículo anterior. Também esclarece que a ordem para Oseias se casar com "uma mulher de prostituições" aconteceu no começo do seu ministério, como fica claro na ARA e na TB (1.2b).
O livro pode ser dividido em duas partes principais. A primeira é uma biografia profética escrita em prosa que descreve a crise do relacionamento de Oseias com sua esposa infiel, ao mesmo tempo que compara essa crise conjugal com a infidelidade e a apostasia do seu povo (1-3). A segunda parte é escrita em forma poética e se constitui de profecias proferidas durante um longo intervalo de tempo (4-14).
3. Mensagem. O assunto do livro é a apostasia de Israel e o grande amor de Deus revelado, que compreende advertência, juízo divino e promessas de restauração futura (8.11-14; 11.1-9; 14.4-9). Mesmo num contexto de decadência moral, o oráculo descreve o amor de Deus de maneira bela e surpreendente (2.14-16; 6.1-4; 11.1-4; 14.4-8). Seus oráculos são cheios de metáforas e símbolos dirigidos aos contemporâneos. Sua mensagem denuncia o pecado do povo e a corrupção das instituições sociais, políticas e religiosas das dez tribos do norte (5.1). Oseias é citado no Novo Testamento (1.10; 2.23 cp. Rm 9.25,26; 6.6 cp. Mt 9.13; 12.7; 11.1 cp. Mt 2.15).
SINÓPSE DO TÓPICO (1) O livro do profeta Oseias é  repleto de metáforas e símbolos. Sua mensagem denuncia o pecado e a corrupção do povo.

II. O MATRIMÔNIO
1. Etimologia. Os termos "casamento" e "matrimônio" são equivalentes e ambos usados para traduzir o grego gamos, que indica também "bodas" (Jo 2.1,2) e "leito" conjugal (Hb 13.4). Trata-se de uma instituição estabelecida pelo Criador desde a criação, na qual um homem e uma mulher se unem em relação legal, social, espiritual e de caráter indissolúvel (Gn 2.20-24; Mt 19.5,6). É no casamento que acontece o processo legítimo de procriação (Gn 1.27,28), gerando a oportunidade para a felicidade humana e o companheirismo.
2. Simbolismo. A intimidade, o amor, a beleza, o gozo e a reciprocidade que o casamento proporciona fazem dele o símbolo da união e do relacionamento entre Cristo e a sua Igreja (2 Co 11.2; Ef 5.31-33; Ap 19.7). Essa figura é notada desde o Antigo Testamento.
3. A ordem divina para o casamento de Oseias. Considerando a santidade do casamento confirmada em toda a Bíblia, a ordem divina parece contradizer tudo o que as Escrituras falam sobre o matrimônio. Temos dificuldade em aceitá-la, mas qualquer interpretação contra o caráter literal do texto é forçada. Quando Jeová deu a ordem, acrescentou: "porque a terra se prostituiu, desviando-se do SENHOR" (1.2b). Isso era literal. A infidelidade a Deus é em si mesma um adultério espiritual (Jr 3.1,2; Tg 4.4), ainda mais quando se trata do culto a Baal, que envolvia a chamada prostituição sagrada (4.13,14; Jz 8.33).
SINÓPSE DO TÓPICO (2)  O matrimônio de Oseias com Gômer simboliza a infidelidade do povo em relação a Deus.

III. A LINGUAGEM DA RECONCILIAÇÃO
1. O casamento restaurado. O amor é o tema central de Oseias. Com ele, Israel será atraído por Jeová (11.4; Jr 31.3). O deserto foi o lugar do julgamento (2.3) e nele Israel achou graça, tal qual a noiva perante o noivo (Êx 5.1; Jr 2.2). A expressão "e lhe falarei ao coração" (2.14) é a linguagem de um esposo falando amorosamente à esposa (4.13,14; Gn 34.3; Jz 19.3). Nós fomos atraídos e alvejados pelo amor de Deus (Rm 5.6-8).
2. O vale de Acor e a porta de esperança. Há aqui uma menção do monumento erguido no vale de Acor, onde Acã pagou pelos seus crimes e foi executado com toda a sua casa (Js 7.2-26). A promessa é que esse vale não será mais lembrado como lugar de castigo. Será transformado em lugar de restauração (Is 65.10), cujas vinhas serão dadas "por porta de esperança" (2.15).
3. A reconciliação. A sentença de divórcio (2.2) será anulada: "desposar-te-ei comigo para sempre" (2.19). O baalismo generalizado (2.13) virá a ser transformado em conversão nacional e genuína. Todo o povo servirá a Jeová em fidelidade, e cada um voltará a ter conhecimento do Deus verdadeiro (2.20).
SINÓPSE DO TÓPICO (3) A linguagem da reconciliação no livro de Oseias é apresentada através do amor, tema principal do oráculo divino neste livro.

IV. O BANIMENTO DA IDOLATRIA EM ISRAEL
1. Meu marido, e não meu Baal. A fórmula "naquele dia" (2.6, 18, 21) é escatológica (Jl 3.18). As expressões "meu marido" e "meu Baal", em hebraico ishi e baali, são um jogo de palavras muito significativo.
a) Significados. A palavra ish significa "homem, marido" (Gn 2.24; 3.6); e baal, ou baalim, no plural, quer dizer "dono, marido" (Êx 21.29; 2 Sm 11.26). O termo também é aplicado metaforicamente a Deus, como marido: "Porque o teu Criador é o teu marido" (Is 54.5). A palavra "baal", como "dono, proprietário", aparece 84 vezes no Antigo Testamento, sendo 15 delas como esposo de uma mulher, portanto "marido".
b) Divindade dos cananeus. Como nome da divindade nacional dos fenícios com a qual Israel e Judá estavam envolvidos naquela época, aparece 58 vezes, sendo 18 delas no plural. Essa palavra se corrompeu por causa da idolatria e por isso Jeová não será mais chamado de "meu Baal", mas de "meu marido" (2.16).
2. O fim do baalismo. Os ídolos desaparecerão da terra (Jr 10.11). Isso inclui os baalins, cuja memória será execrada para sempre, uma vez que a palavra profética anuncia o fim definitivo do baalismo: "os seus nomes não virão mais em memória" (2.17). Apesar de a promessa divina ser escatológica, esses deuses são hoje repulsa nacional em Israel.
SINÓPSE DO TÓPICO (4) O baalismo foi definitivamente extinguido em Israel. Isso pode ser confirmado até hoje.

CONCLUSÃO
O emprego das coisas do dia a dia como ilustração facilita a compreensão da mensagem divina, e a Bíblia está repleta desses recursos literários. O casamento é o símbolo perfeito para compreendermos o relacionamento de Deus com o seu povo, e do Senhor Jesus Cristo com o cristão.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I

Subsídio Bibliológico
"Livro de Oseias
[...] Quando Oseias iniciou seu ministério, Israel estava desfrutando o zênite da sua prosperidade e poder sob o reinado de Jeroboão II. Para entender melhor o livro de Oseias, leia 2 Reis 14.23 a 15.31. Oseias distinguia as dez tribos pelo nome de Israel, ou de Samaria, sua capital, ou de Efraim, a tribo principal. Oseias não morreu antes de ver o cumprimento de suas profecias. // O autor: Oseias, 1.1 // A chave: Adultério espiritual, 4.12. A idolatria com toda espécie de vício, permeava todas as classes sociais. Oseias por mais ou menos 60 anos condenava do modo mais veemente o procedimento do povo, qualificando-o de adultério. Continuava seus avisos sem resultados, o que é um tocante exemplo de perseverança no meio dos maiores desânimos. // As divisões: I. Israel, a esposa infiel de Deus, caps. 1 a 3. II. Israel pecaminoso, 4.1. a 13.8 // III. Israel restaurado, 13.9 a 14.9." (BOYER, Orlando. Pequena Enciclopédia Bíblica. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p.394).

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II
Subsídio Teológico
"Diante de tudo que temos estudado podemos compreender que o homem tem sido ingrato e rebelde e mesmo assim Deus trabalha para a redenção humana. Primeiro levantou um povo na antiguidade para a glória de seu nome: Israel. Esse povo fracassou, mas ainda será restaurado. Quando Israel fracassou, rejeitando o seu Messias, Deus levantou outro povo, a Igreja.
É comum encontrar no livro do profeta Oseias as promessas de bênçãos após as advertências de juízos. Isso revela o grande amor de Deus por seu povo e isso é confirmado no Novo Testamento pela expressão: 'Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo' (2 Tm 2.13).
Depois de anunciar o fim da casa de Israel, 'farei cessar o reino da casa de Israel' (1.4), e de afirmar que Israel não é mais seu povo, 'porque vós não sois meu povo, nem eu serei vosso Deus' (1.9), logo em seguida afirma que os filhos de Israel são povo de Deus e também chama de filhos de Deus. Não há nisso contradição alguma, pois essa promessa é escatológica, vem depois dos juízos anunciados nesse capítulo, em outros lugares do livro de Oseias.
Vemos que no Velho Testamento Jeová se utilizou da experiência de seu povo para se revelar a si mesmo de maneira progressiva, culminando com a manifestação de sua plenitude na Pessoa de seu Filho Jesus Cristo (Cl 2.9). Agora, em Oseias, começa-se a vislumbrar o amor de Jeová pelo seu povo e por toda a humanidade, amor manifestado no calvário (Jo 3.16)" (SOARES, Esequias. Oseias: A restauração dos filhos de Deus. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p.53).

VOCABULÁRIO
Corregente: Pessoa que governa com outra.
ARA: Versão Almeida Revista e Atualizada.
TB: Versão da Tradução Brasileira.
Metáfora: Consiste na transferência da palavra para outro âmbito semântico; fundamenta-se numa relação de semelhança entre o sentido próprio e o figurado.
Execrada: Abominável.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
BOYER, Orlando. Pequena Enciclopédia Bíblica. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
SOARES, Esequias. Oseias: A restauração dos filhos de Deus. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.

SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão
CPAD, nº 52, p.37.

EXERCÍCIOS
1. Qual o assunto do livro de Oseias?
R. O assunto do livro é a apostasia de Israel e o grande amor de Deus revelado
2. O que faz do casamento um símbolo do relacionamento entre Cristo e a Igreja?
R. A intimidade, o amor, a beleza, o gozo e a reciprocidade.
3. Que linguagem a expressão "e lhe falarei ao coração" lembra? 
R. A linguagem de um esposo falando amorosamente à esposa.
4. Que palavra se corrompeu por causa da idolatria?
R. A Palavra "baal".
5.. O que os deuses são hoje em Israel?
R. Uma repulsa nacional.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Amor ao dinheiro


Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar rico no Reino de Deus. (Lucas 18.25)

Veja que estas são palavras de Jesus, mas devemos entendê-las; primeiro o camelo que se refere não é o animal parente do dromedário, mas sim um pano que se enrolava na cintura, uma espécie de lenço; seria a mesma coisa que tentarmos fazer passar um lençol pela agulha. E a dificuldade que existe para os ricos entrarem no Reino de Deus é o amor ao dinheiro, pois muitos idolatram o dinheiro e relega a Deus um segundo lugar. “E os que ouviram isso disseram: Logo, quem pode salvar-se?” (Lucas 18.26) Os próprios discípulos não entenderam, ou seja, pensaram que todos os que fossem considerados ricos não entrariam no Reino de Deus, mas se observarmos o que antes tinha acontecido com um jovem rico, entendemos que o amor ao dinheiro é que impede a entrada no Reino de Deus, não o fato de termos posses, mas se amá-lo, e colocar os bens materiais em primeiro lugar e não reconhecendo que tudo é favor divino, que quem é rico foi porque o próprio Deus o permitiu.
“Mas Ele respondeu: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus.” (Lucas 18.27) Veja que Jesus em outras palavras afirma, que Deus conhece o coração de todos e sabe quem o ama e quem não o ama, conhece quem ama o dinheiro e quem simplesmente o usa para viver melhor, para abençoar, ajudar e melhorar a vida e outras pessoas, Deus sabe quem está em primeiro lugar em nossos corações. “E disse Pedro: Eis que nós deixamos tudo e te seguimos.” (Lucas 18.28)Aqui Pedro traz a baila, a situação pessoal dele, que tinha abandonado a pesca o barco para seguir a Jesus, que tinha atendido o chamado de Jesus; devemos observar que no caso de Pedro foi um chamado pessoal; e quando somos chamados para sermos um pastor, missionário, evangelista, não podemos pensar em hipótese nenhuma na questão financeira, pois se estivermos pensando com certeza não entraremos no Reino de Deus, não estamos respondendo um chamado de Jesus, mas seguindo a nossa ganância.
“E Ele lhes disse: Na verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou pais, ou irmãos, ou mulher, ou filhos pelo Reino de Deus e não haja de receber muito mais neste mundo e, na idade vindoura, a vida eterna.”(Lucas 18.29,30)Jesus mostra que não devemos idolatrar nada, nem dinheiro, bens materiais, nem pessoas, que o primeiro lugar é de Deus, que não podemos deixar ninguém nos impedir de servir e praticar a palavra de Deus. Jesus não incita a separação, a discórdia, simplesmente mostra que a nossa prioridade em todos os sentidos tem que ser sempre Deus, e não filhos, pais, irmãos maridos ou mulher, pois se dependermos deles para adorar e servir a Deus, não entraremos no Reino. “Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.” (1 Timóteo 6.10) Veja que amar o dinheiro, é que separa o homem de Deus, ou amor a qualquer outra coisa, que seja mais do que o nosso Pai, o nosso criador. 
Leiam e pratique a Bíblia. 
Que Deus te abençoe.
Um abraço.