sexta-feira, 6 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Lição 2 - A Enfermidade na Vida do Crente
Lição 2
8 de Julho de 2012
A Enfermidade na Vida do Crente
TEXTO ÁUREO
"O Senhor o assiste no leito da enfermidade; na doença, tu lhe afofas a cama" (Sl 41.3 - ARA).
VERDADE PRÁTICA
Deus nem sempre cura as nossas enfermidades, mas concede-nos forças para que, mesmo no leito de dor, continuemos a glorificar o seu nome
HINOS SUGERIDOS 7, 33, 510
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Êx 15.26 Deus cura as nossas enfermidades
Terça - Sl 91.1,2 Deus, refúgio e fortaleza em meio à dor
Quarta - Jó 19.25 Esperança e fé em meio às enfermidades
Quinta - Mt 27.17-26 O Cristo rejeitado
Sexta - Is 38.2,3 Dor e choro na enfermidade incurável
Sábado - Is 38.5 Deus responde o clamor pela cura.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Isaías 38.1-8
1 Naqueles dias, Ezequias adoeceu de uma enfermidade mortal; e veio a ele Isaías, filho de Amoz, o profeta, e lhe disse: Assim diz o SENHOR: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás.
2 Então, virou Ezequias o rosto para a parede e orou ao SENHOR.
3 E disse: Ah! SENHOR, lembra-te, peço-te, de que andei diante de ti em verdade e com coração perfeito e fiz o que era reto aos teus olhos. E chorou Ezequias muitíssimo.
4 Então, veio a palavra do SENHOR a Isaías, dizendo:
5 Vai e dize a Ezequias: Assim diz o SENHOR, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que acrescentarei aos teus dias quinze anos.
6 E livrar-te-ei das mãos do rei da Assíria, a ti, e a esta cidade; eu defenderei esta cidade.
7 E isto te será da parte do SENHOR como sinal de que o SENHOR cumprirá esta palavra que falou:
8 eis que farei que a sombra dos graus, que passou com o sol pelos graus do relógio de Acaz, volte dez graus atrás. Assim, recuou o sol dez graus pelos graus que já tinha andado.
INTERAÇÃO
Quem não gostaria de desfrutar de uma vida saudável e livre de enfermidades? Sabemos que enquanto vivermos em um corpo corruptível, por mais que venhamos cuidar da nossa saúde e bem-estar, estaremos sujeito as doenças e as intempéries desta vida. Somente estaremos livres, para todo o sempre, o dia em que recebermos um corpo glorificado, não mais sujeito a morte (1 Co 15.52). Essa é anossa viva esperança!
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
* Explicar a origem das enfermidades.
* Discutir a respeito das principais doenças da vida moderna.
* Conscientizar-se do que devemos fazer diante da dor e do sofrimento.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, para a introdução da aula divida a turma em grupos. Peça que os componentes encontrem as referências bíblicas onde os enfermos foram curados. Estabeleça um tempo para os grupos (aprox. 5 min.). Observe o grupo que conseguiu listar mais passagens bíblicas e peça que leia apenas um texto. Enfatize o fato de que na Bíblia encontramos várias referências de cura divina. Em seguida faça o seguinte questionamento: "Por que nem todas as pessoas são curadas?" Ouça com atenção as respostas. Explique que Deus é imutável e poderoso para curar toda enfermidade, todavia, Ele é soberano e tem a hora certa para curar. Conclua lendo o texto áureo. E afirme que Deus não é insensível ao sofrimento dos seus filhos. Ainda no leito de dor, podemos experimentar a bondade e o amor de Deus. O objetivo dessa dinâmica visa a participação ativa do aluno na aula.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Nessa lição, veremos que pessoas santas e fiéis ao Senhor padeceram por causa de doenças e enfermidades, mas pela fé receberam forças para vencer o sofrimento. A Palavra de Deus garante-nos que um dia, nós os salvos em Jesus Cristo, seremos transformados, receberemos um novo corpo e nunca mais morreremos (1 Co 15.52). Todavia, enquanto estivermos nesse mundo, vivendo em um corpo corruptível, estaremos sujeitos a dores e enfermidades. Muitos cristãos, equivocadamente, acreditam que a enfermidade na vida do crente sempre é fruto de algum pecado oculto ou até mesmo obra do Diabo, mas raramente essas são as reais causas (Jo 11.4).
I. A ORIGEM DAS ENFERMIDADES
1. A queda e as enfermidades. Muitas pessoas insistem em afirmar que o crente fiel jamais pode ser acometido por enfermidades. Porém, a Bíblia menciona diversos casos de homens tementes a Deus que sofreram com as enfermidades. A pergunta então é inevitável: Qual é a origem das doenças, já que Deus não criou o homem para enfermar ou morrer? Antes da queda, Adão desfrutava de uma saúde perfeita e deveria viver eternamente em comunhão com o Criador. Mas ele pecou, desobedecendo a Deus. Como o "salário do pecado é a morte", Adão enfermou no corpo, na alma e no espírito (Rm 6.23 cf. Gn 3.19). A enfermidade é consequência direta desse rompimento da relação entre Deus e a humanidade, e não deve ser confundida com a vontade do Todo-Poderoso. Todavia, isso não significa que toda vez que uma pessoa adoece é porque está em pecado.
Certa vez, diante de um homem cego, os discípulos de Jesus perguntaram-lhe: "Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?" (Jo 9.2). Eles acreditavam que a cegueira daquele homem era resultado de alguma desobediência específica. Porém, Jesus lhes disse: "Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus" (Jo 9.3). Pode parecer estranho aos nossos olhos, mas aquela enfermidade era para que o nome de Jesus fosse glorificado. Quem sabe você não está sendo acometido de alguma doença para que o nome do Senhor seja glorificado na sua vida?
2. Provados pelas enfermidades. Quem não quer desfrutar de uma boa saúde? Algumas enfermidades geram limitações que nos impedem até mesmo de realizarmos a obra do Senhor. Porém, o Pai Celeste permite algumas vezes que sejamos provados para que a nossa fé cresça mediante uma maior experiência e comunhão com Ele. O corpo pode estar debilitado pela doença, mas o espírito, como resultado da confiança em Deus, está forte. Na Bíblia, temos muitos exemplos de homens fiéis que foram acometidos por enfermidades: Ezequias (2 Rs 20.1-11), Jó (Jó 1.1-22), Timóteo (1 Tm 5.23). Nos momentos de dor e aflição, corra para os braços do Pai Celeste! Muitos pensam que chorar é sinal de fraqueza, mas não o é. Chore, e coloque diante do Senhor toda a sua dor e sofrimento (1 Pe 5.7). Deus é o dono da vida. A palavra final é sempre dEle!
3. Enfermidades de origem maligna. Existem enfermidades cuja origem é maligna? Sim, a Bíblia relata vários casos (Mc 9.17; Lc 13.10-17). Porém, o inimigo das nossas almas não pode tocar na vida e na saúde de ninguém sem a permissão de Deus (Jó 2.6). A enfermidade física não significa necessariamente que alguém esteja experimentando alguma forma de "possessão demoníaca" (1 Jo 5.18; 2 Ts 3.3).
SINÓPSE DO TÓPICO (1) Deus não criou o homem para enfermar ou morrer. A enfermidade é consequência direta do rompimento da relação entre Deus e a humanidade.
II. AS DOENÇAS DA VIDA MODERNA
1. Depressão. É comum as pessoas confundirem depressão com tristeza. Contudo, existe uma grande diferença. A depressão não é somente uma tristeza, embora o desalento, sem uma causa aparente, seja um dos seus muitos sintomas. A depressão é uma doença. Chegou a ser considerada por alguns especialistas como a doença do século. Vários são os fatores que podem causá-la: medicamentos, doenças físicas, período pós-parto, etc. Muitos ainda teimam em afirmar que o crente jamais fica deprimido, porém, basta ler a Bíblia para encontrar casos em que servos de Deus enfrentaram essa terrível enfermidade (1 Rs 19.4,9,10). Caso você também esteja passando por um período de depressão, não se constranja. Ore ao Senhor e não deixe de procurar ajuda médica (Mt 9.12).
2. Síndrome do pânico. A síndrome é basicamente um conjunto de sinais e sintomas que pode ser produzido por mais de uma causa. Quem padece da síndrome do pânico - um pavor repentino e incontrolável - apresenta os seguinte sintomas: taquicardia, sudorese, aumento da pressão arterial e tontura. É preciso muita oração, apoio da família e da igreja, além de tratamento médico especializado. Recitar textos bíblicos que falam a respeito da segurança em Deus ajuda aqueles que estão enfrentando o problema (Sl 3.5). Deve, porém, ficar claro que a síndrome do pânico é uma doença, logo não significa falta de fé ou covardia.
3. As doenças psicossomáticas. As doenças psicossomáticas manifestam-se quando os desajustes do sistema emocional transformam-se em doenças físicas. Estando o sistema emocional abalado, possivelmente haverá reflexos no corpo. A pessoa emocionalmente fragilizada ou estressada pode vir a ter dor de estômago, insônia, fadiga, artrite e dores de cabeça. As causas de tais sintomas não se encontram em nosso físico, mas na mente. A fé em Jesus Cristo e na sua Palavra é um excelente remédio para ajudar-nos a manter a saúde física e mental. Orar e meditar na Palavra de Deus também é uma forma eficiente de cuidado com a saúde (Pv 4.20-22).
SINÓPSE DO TÓPICO (2) O crente fiel não está imune a depressão, síndrome do pânico ou as doenças chamadas psicossomáticas.
III. O QUE FAZER DIANTE DA DOR E SOFRIMENTO
1. Não culpar ou questionar a Deus. Muitos crentes ao enfrentar uma enfermidade culpam ao Senhor e, martirizando-se, questionam: "Por que Deus?" Assim agiu o rei Ezequias, mas Deus acrescentou-lhe mais quinze anos (Is 38.5). Contudo, durante esse período de sobrevida, ele cometeu um de seus maiores erros (Is 39.1-8). Não podemos nos esquecer de que somos pó e que um dia ao pó haveremos de retornar (Gn 3.19). Diante da vontade do Todo-Poderoso, portemo-nos humildes e não autossuficientes.
2. Confiar em meio à dor. A dor e o sofrimento não devem afastar-nos da presença do Pai Celeste; ambos devem servir para que aprendamos a confiar ainda mais no Senhor. Até mesmo diante da morte, o crente verdadeiro pode temer, todavia, não se assombra e continua a confiar: "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo [...] (Sl 23.4 - ARA).
3. A espera de um milagre. Deus é imutável! Ele continua a operar milagres e maravilhas. Todavia, não podemos nos esquecer da sua soberania. Ele opera quando quer e a sua maneira de agir é única. Não desista, continue a confiar no poder do Altíssimo, pois sua esperança não será frustrada (Pv 23.18). O homem sem Deus desconhece o seu futuro, mas o crente tem a certeza da vida eterna e sabe que o Todo-Poderoso jamais nos deixará: "O Senhor conhece os dias dos retos, e a sua herança permanecerá para sempre" (Sl 37.18).
SINÓPSE DO TÓPICO (3) A dor e o sofrimento não devem nos afastar de Deus, mas devem servir para que aprendamos a confiar ainda mais no Senhor.
CONCLUSÃO
O crente não está imune as enfermidades. Mas a nossa vitória sobre as doenças está na confiança em Deus. Ele nos ama e jamais nos abandona em meio à dor e ao sofrimento. Se você tem sido assolado pelas enfermidades, não se desespere! Confie no Senhor e ouça a sua voz: "Não temas, pois, porque estou contigo" (Is 43.5).
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
Subsídio Vida Cristã
"A descida até a depressão
Quando sentimentos de dor e raiva, de tristeza e sofrimento vêm à tona, eles podem nos empurrar para as trevas da depressão. Julie, de novo, descreve como isso aconteceu com ela:
Por anos senti uma profunda depressão. Obviamente, essa não era minha ideia de cura. Na época, senti-me como se andasse 'para trás', em vez de 'para frente'. Não podia falar, exceto para orar. Em três meses, perdi 22,5 quilos. De maneira estranha, mesmo apesar de conhecer a esperança de Cristo, meu coração estava privado de esperança. A tristeza e o sofrimento continuavam brotando em mim, e a princípio, parecia que não havia fim para isso.
As pessoas que se encontram em trevas densas, com frequência, precisam ver um médico ou psiquiatra que podem prescrever antidepressivos. Em alguns casos, elas podem, até mesmo, precisar de hospitalização. Acima de tudo, elas precisarão de rede de apoio - membros da família e amigos, pequenos grupos da igreja, um pastor ou conselheiro - para guiá-las, encorajá-las e, mais que tudo, amá-las ao longo do negro túnel da dor" (SEAMANDS, Stephen. Feridas que Curam: Levando Nossos Sofrimentos à Cruz. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.132).
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
JOHNSON, Bernhard. Como Receber a Cura Divina: A bênção dos que têm a Jesus como o médico da alma e do corpo. 2. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 1995.
HORTON, Stanley. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. 1 ed. Rio de Janeiro, 1996.
SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão CPAD
nº 51, p.37.
EXERCÍCIOS
1. Segundo as Escrituras, qual é a origem das enfermidades?
R. A sua origem está na conse-quência direta do rompimento da relação entre Deus e a humanidade.
2. Há enfermidade de origem maligna? Por quê?
R. Sim, porque a Bíblia relata vários casos..
3. Quais são os fatores que podem causar a depressão?
R. Vários são os fatores: medicamentos, doenças físicas, baixa autoestima, período pós-parto, etc.
4. Quais são os sintomas da síndrome do pânico?
R. Taquicardia, sudorese, aumento da pressão arterial, tontura, etc.
5. Em quem está a nossa vitória sobre as doenças?
R. A nossa fé no Todo-Poderoso.
sábado, 30 de junho de 2012
Remissão de pecados
Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça, que Ele tornou abundante para conosco em toda a sabedoria. (Efésios 1.7,8)
Em Jesus, pelo seu sofrimento e morte na cruz, pelo derramamento do seu sangue, pelo seu imenso amor para conosco, pela sua obediência ao Pai, é que todos nós temos o perdão dos nossos pecados, temos direito de irmos ao Deus em oração pedirmos perdão dos nossos pecados, e nos convertermos verdadeiramente a Ele, e destes nossos pecados Deus nem se lembra mais; isto porque Jesus pagou a nossa dívida com o seu precioso sangue; por meio de Jesus somos salvos. “Descobrindo-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em si mesmo, de tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra.” (Efésios 1.9,10) Foi somente pelo seu mistério, pela sua bondade é que Ele quis nos trazer de volta, pois todos estávamos separados desde a época do pecado de Adão, estávamos mortos espiritualmente, estávamos apartados do Senhor, mas pelo seu grande amor Ele uniu pelo seu sangue, nos deu condições de voltarmos, de nos concertarmos e sermos salvos Nele.
“Nele, digo, em quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade.” (Efésios 1.11) Automaticamente quando aceitamos, reconhecemos o sacrifício da cruz, aceitamos Jesus como o nosso único salvador, reconhecemos Nele a nossa salvação, passamos a ser herdeiros de Deus do Reino e co-herdeiro em Jesus; e isto tudo foi planejado pelo nosso Deus, passamos a ser verdadeiramente filhos Dele, pois até então todos são simplesmente feitura de Deus.“Com o fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que primeiro esperamos em Cristo.” (Efésios 1.12) Este plano eterno e imutável de Deus para com todos com o objetivo de louvarmos, exaltarmos e glorificarmos o seu nome, não só de boca, e palavras vazias, mas um forte compromisso com a sua palavra e a sua vontade, tendo a certeza que é o nosso dever praticar as suas ordenanças, pois é para o seu verdadeiro louvor; porque só podemos demonstrar o nosso reconhecimento pelo sacrifício da cruz é sendo obedientes em tudo.
“Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, e o Evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa.”(Efésios 1.13) Uma vez que todos os que ouviram a palavra de Deus, este Evangelho único da salvação em Jesus, e acreditando e aceitando como verdade única, tomando posse da salvação de forma individual em Jesus, confessando os seus erros e pecados, aceitando a libertação, confessando Jesus como único suficiente, eterno, exclusivo salvador, são selados com o Espírito Santo de Deus; digo selados pois o batismo é outra coisa, e passam a terem direitos a todas as promessas do Senhor. “O qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão de Deus, para louvor da sua gloria.” (efésios 1 .14) Jesus é o nosso penhor, (garantia) da nossa herança, das promessas de Deus em nossas vidas, Nele sabemos que tudo podemos se agirmos como Ele nos orienta, uma vez que não nos obriga, Ele sugere, manda, aconselha mas se queremos obedecê-lo ou não isto é com cada um, se quer vida ou morte eterna, a escolha é nossa.
Leiam e pratiquem a Bíblia.
Um abraço.
Eliezer
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Lição 1 do 3º Trimestre 2012 - No Mundo Tereis Aflições
Lição 1
1º de Julho de 2012
No Mundo Tereis Aflições
TEXTO ÁUREO
Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo." (Jo 16.33).
VERDADE PRÁTICA
Mesmo sofrendo as consequências da queda, sabemos que Deus está no controle de todas as coisas.
HINOS SUGERIDOS 203, 228, 302
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Jo 16.33 No mundo teremos aflições
Terça - Rm 8.22 O sofrimento da criação
Quarta - Mt 9.32 Sofrimentos de ordem espiritual
Quinta - Gn 3.16-19; Rm 5.12 Sofrimentos de ordem pecaminosa
Sexta - Gn 6.1-12 A corrupção do gênero humano
Sábado - 1 Co 15.35-58 Esperamos a plena glorificação
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
João 16.20,21,25-33
20 Na verdade, na verdade vos digo que vós chorastes e vos lamentareis, e o mundo se alegrará, e vós estareis tristes; mas a vossa tristeza se converterá em alegria.
21 A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já se não lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo.
25 Disse-vos isso por parábolas; chega, porém, a hora em que vos não falarei mais por parábolas, mas abertamente vos falarei acerca do Pai.
26 Naquele dia, pedireis em meu nome, e não vos digo que eu rogarei por vós ao Pai,
27 pois o mesmo Pai vos ama, visto como vós me amastes e crestes que saí de Deus.
28 Saí do Pai e vim ao mundo; outra vez, deixo o mundo e vou para o Pai.
29 Disseram-lhe os seus discípulos: Eis que, agora, falas abertamente e não dizes parábola alguma.
30 Agora, conhecemos que sabes tudo e não precisas de que alguém te interrogue. Por isso, cremos que saíste de Deus.
31 Respondeu-lhes Jesus: Credes, agora?
32 Eis que chega a hora, e já se aproxima, em que vós sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só, mas não estou só, porque o Pai está comigo.
33 Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.
INTERAÇÃO
Prezado professor, pela graça de Deus iniciaremos mais um trimestre. Estudaremos o tema "Vencendo as aflições da vida". Não são poucas as afirmações equivocadas de que "o crente não sofre neste mundo". No entanto, veremos, na presente lição, exatamente o contrário do que se é postulado em alguns arraiais evangélicos. O comentarista desse trimestre é o pastor Eliezer de Lira e Silva, conferencista em Escolas Bíblicas e diretor do projeto missionário "Ide Ensinai", em Moçambique, África. Aproveite a oportunidade para enfatizar que a vontade de Deus para nossas vidas é boa, perfeita e agradável.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
* Descrever as aflições do tempo presente.
* Responder "por que o crente sofre?".
* Conscientizar-se de que podemos crescer e desfrutar da paz do Senhor no sofrimento.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
No primeiro tópico da lição, o comentarista descreve alguns acontecimentos de ordem natural, econômica e física no mundo que habitamos. Nele relatam-se as crises afirmando que essas abatem-se sobre os ímpios, mas também se sobrepõem aos crentes fiéis a Jesus. Com o auxílio da estrutura abaixo (reproduza de acordo com as suas condições) peça para a turma preencher as respectivas colunas com reportagens de revistas, jornais e internet destacando as crises e tragédias de ordens expostas no diagrama sugerido. Conclua o tópico dizendo que esses acontecimentos se dão e/ou se deram tanto a ímpios quanto a cristãos.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
O crente em Jesus pode vir a sofrer? Se a resposta for não, então por que o sofrimento assalta-lhe a vida? Neste trimestre, estudaremos as "aflições do tempo presente". Veremos que elas, conforme ensinou Jesus (Jo 16.33), são uma realidade inevitável até mesmo na vida do crente mais fiel. Mas da mesma forma como Ele padeceu, porém triunfou, nós também poderemos vencer todas as batalhas. E, assim, cresceremos integralmente na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.
I. AS AFLIÇÕES DO TEMPO PRESENTE
1. De ordem natural. Presenciamos uma desordem nunca antes vista na natureza. Apesar dos falsos alarmes, não podemos ignorar a devastação provocada pela ação irresponsável do homem. A Bíblia diz que a criação geme e está com "dores de parto" pelo que o ser humano tem-lhe feito (Rm 8.22). Quantas calamidades nos abatem por causa da degradação ambiental. São tragédias assombrosas que ceifam milhares de vidas. As poluições nos lagos, rios e mares, e as ocupações em áreas de riscos contribuem para a ocorrência de tragédias. Tais aflições também afetam os crentes fiéis.
2. De ordem econômica. Outra aflição que se abate sobre o mundo é a de ordem financeira. A crise econômica internacional empobrece países, nações e famílias. Quantos não deram cabo da própria vida porque, da noite para o dia, descobriram que perderam todos os bens? Em nosso país, milhões de pessoas sobrevivem com menos de um salário mínimo. A pobreza, a fome e a miséria continuam a flagelar vidas ao redor do mundo, inclusive as dos servos de Deus (Mc 12.41-44).
3. De ordem física. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, doenças como câncer, hepatite, hipertensão arterial, depressão e obesidade são consideradas as pragas do século XXI. Essa informação traz-nos algumas indagações: Será que o crente fiel não é vítima de câncer? Ou não desenvolve a depressão e não sofre de hipertensão arterial? Não precisamos de muito esforço para reconhecer que as enfermidades também atingem os salvos e são consequência da queda (Rm 6.23). Mesmo cientes de que as doenças acometem igualmente o servo de Deus é impossível ignorar que há enfermidades de natureza espiritual e oriundas de práticas pecaminosas (Mt 9.32,33; Jo 5.14,15).
SINÓPSE DO TÓPICO (1) As aflições do tempo presente são representadas pelas crises de ordem natural, econômica e física. Malefícios que acometem igualmente o servo de Deus
II. POR QUE O CRENTE SOFRE
1. A queda. O sofrimento é algo comum a todos os homens, sejam ímpios sejam justos. Uma razão para a existência do mal é a queda humana. Deus fez um mundo perfeito (Gn 1.31), mas a transgressão de Adão trouxe a tristeza, a dor e a morte (Gn 3.16-19; Rm 5.12). Por isso, todos estão igualmente sujeitos ao sofrimento (Rm 2.12; 8.22).
2. A degeneração humana. Com a queda no Éden, o homem sofreu um processo de degeneração moral, social e espiritual. Tal degradação, observada na vida de Caim (Gn 4.8-16), Lameque (Gn 4.23,24) e de toda aquela geração, levou Deus a destruir o mundo pelo dilúvio (Gn 6.1-7.24). O relato bíblico mostra claramente a corrupção humana e o aparecimento do ódio, da violência, das guerras e de todos os atos que contrariam a vontade divina. Não é exatamente essa a situação da sociedade atual? A humanidade acha-se em franca rebelião contra Deus (Rm 3.23).
3. O novo nascimento e o sofrimento. A experiência pessoal e genuína do novo nascimento gera no crente uma natureza oposta a da queda (1 Jo 5.1,19). Entretanto, apesar de ter nascido de novo, o crente em Jesus não deixa de experimentar o sofrimento, pois, como disse Agostinho de Hipona: "A permanência da concupiscência em nós é uma maneira de provarmos a Deus o nosso amor a Ele, lutando contra o pecado por amor ao Senhor; é, sobretudo, no rompimento radical com o pecado que damos a Deus a prova real do nosso amor". Assim, experimentamos o sofrimento porque habitamos um corpo que ainda não foi transformado, mas que espera a sua plena glorificação (1 Co 15.35-58).
SINÓPSE DO TÓPICO (2) A Queda e a degeneração humana são as chaves para se compreender a realidade do sofrimento.
III. O CRESCIMENTO E A PAZ NAS AFLIÇÕES
1. A soberania divina na vida do crente. A soberania divina na existência do crente garante-lhe que os olhos de Deus sondem-lhe a vida por inteiro. Somos em suas mãos o que o vaso é nas mãos do oleiro (Jr 18.4). Por isso, você pode falar como o salmista: "Eu me alegrarei e regozijarei na tua benignidade, pois consideraste a minha aflição; conheceste a minha alma nas angústias" (Sl 31.7). Querido irmão, querida irmã, não se desespere! O Senhor, Criador dos céus e da terra, cuida inteiramente de você e dos seus, porque "a terra é do Senhor e toda a sua plenitude" (1 Co 10.26).
2. Tudo coopera para o bem. A vontade de Deus para as nossas vidas é boa, perfeita e agradável (Rm 12.2). O escritor aos Hebreus reconhece que o Senhor, muitas vezes, usa a provação para corrigir-nos e fazer brotar em nossa vida o "fruto pacífico de justiça" (Hb 12.3-11). No exercício desse processo, crescemos como pessoas e servos de Deus, aprendendo na faculdade das aflições da vida. Assim, podemos dizer inequivocamente que "todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto" (Rm 8.28).
3. Desfrutando a paz do Senhor. Olhar para o sofrimento e a aflição humana e, paradoxalmente, desfrutar da paz de Cristo, parece-nos loucura! Mas não o é quando entendemos que Deus age segundo o conselho da sua vontade, visando sempre o bem e o crescimento dos seus filhos. O deserto da vida não é percorrido sob a ilusão mágica da "sombra e água fresca", mas com os pés firmes na realidade desértica do sol escaldante (Rm 5.1-5; Fp 4.7). Nesse interregno, porém, desfrutamos a bondade, a misericórdia e a proteção do Criador dos céus e da terra. Mesmo vivendo em um mundo de aflições, podemos experimentar a paz que excede todo o entendimento e cantar em alto e bom som o coro do hino 178 da Harpa Cristã: "Paz, paz/ gloriosa paz/ Paz, paz/ perfeita paz/ desde que Cristo minh'alma salvou/ tenho doce paz!".
SINÓPSE DO TÓPICO (3) Neste mundo, estamos sujeitos às aflições e sofrimentos de qualquer espécie. A vida cristã envolve períodos difíceis e trabalhosos. No entanto, se a nossa expectativa estiver na soberania de Deus e no seu bem, desfrutaremos, mesmo que andemos em aflição, da mais perfeita e sublime paz de Cristo. Que ao longo desse trimestre, o Todo-Poderoso ilumine-lhe a mente e o coração para deleitar-se em sua eterna e maravilhosa graça. Amém!
CONCLUSÃO
Neste mundo, estamos sujeitos às aflições e sofrimentos de qualquer espécie. A vida cristã envolve períodos difíceis e trabalhosos. No entanto, se a nossa expectativa estiver na soberania de Deus e no seu bem, desfrutaremos, mesmo que andemos em aflição, da mais perfeita e sublime paz de Cristo. Que ao longo desse trimestre, o Todo-Poderoso ilumine-lhe a mente e o coração para deleitar-se em sua eterna e maravilhosa graça. Amém!
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
Subsídio apologético
"Sofrer faz algum sentido?
'Um Deus que não aboliu o sofrimento - pior ainda, um Deus que aboliu o pecado precisamente pelo sofrimento - é um escândalo para a mente moderna.' (Peter Kreeft)
[...] É vital reconhecermos a historicidade da Queda. Se a Queda é meramente um símbolo, enquanto na realidade o pecado é intrínseco à natureza humana, então voltamos ao dilema de Einstein: que Deus criou o mal e está implicado em nossos erros. As Escrituras dão uma resposta genuína para o problema do mal somente porque insiste que Deus criou o mundo originalmente bom - e que o mal entrou num certo ponto da história. E quando isso aconteceu, causou uma mudança cataclísmica, distorcendo e desfigurando a Criação, resultando em morte e destruição. É por esse motivo que o mal é tão odioso, tão repulsivo, tão trágico. Nossa resposta é inteiramente apropriada, e a única razão por que Deus pode realmente nos confortar é que Ele está do nosso lado. Ele não criou o mal, e também, detesta a maneira com que isso desfigurou o trabalho de suas mãos" (COLSON, Charles; PEARCEY, Nancy. E Agora Como Viveremos? 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2000, p.258).
VOCABULÁRIO
Interregno: Intervalo, interrupção momentânea; interlúdio.
Paradoxalmente: Pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano.
Cataclísmica: Catastrófica, trágica, convulsão, revolução
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
COLSON, Charles; PEARCEY, Nancy. E Agora Como Viveremos? 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2000.
RHODES, Ron. Por que coisas ruins acontecem se Deus é bom? 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2010
SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão CPAD
nº 51, p.36.
EXERCÍCIOS
1. O que não podemos ignorar em relação à desordem da natureza?
R. A devastação provocada pela ação irresponsável do homem.
2. As enfermidades como câncer, hipertensão arterial, dentre outras, podem atingir o crente? Por quê?
R. Sim. As enfermidades também atingem os salvos e são consequência da queda.
3.Que tipo de processo o homem sofreu no Éden?
R. Um processo de degeneração moral, social e espiritual.
4. Apesar de nascido de novo, o crente deixa de experimentar o sofrimento?
R. Não. Apesar de ter nascido de novo, o crente em Jesus não deixa de experimentar o sofrimento.
5.Você pode, mesmo no sofrimento, desfrutar da paz do Senhor?
R. Mesmo vivendo em um mundo de aflições, podemos experimentar a paz que excede todo o entendimento.
domingo, 24 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Marco Feliciano implora pela vida do pastor Yousef Nadarkhani
Quarta-feira, Junho 20, 2012
Marco Feliciano aproveita presença do presidente do Irã na Rio+20 para implorar pela vida do pastor
Yousef Nadarkhani
O pastor e deputado federal Marco Feliciano anunciou que pretende aproveitar a vinda do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil para entregar a ele uma carta pedindo ajuda para o pastor Yousef Nadarkhani, que se encontra preso naquele país.
O deputado anunciou através do Twitter que estava redigindo a carta e, em seus sites oficiais, publicou o texto da mesma na íntegra.
Na carta aberta, Feliciano pediu a Ahmadinejad “para que o governo do Irã reveja o processo que condenou Nadarkhani, que poupe sua vida e o devolva para sua família onde sua esposa e filhos o esperam”.
Afirmando respeitar as leis do Irã, o deputado implora pela vida de Yousef Nadarkhani. Ele fala também do contato que já fez com a embaixada do Irã sobre o assunto e afirma estar à disposição do presidente iraniano para tratar deste assunto junto às autoridades brasileiras. “Prometo que vou colaborar em tudo que estiver ao meu alcance, dentro das Leis do meu País”, enfatiza Marco Feliciano.
Leia na íntegra a carta de Feliciano ao presidente do Irã:
Senhor Presidente do Irã.
Venho à presença de Vossa Excelência, com o respaldo de toda a comunidade cristã do Brasil, para pedir clemência ao Pastor Youcef Nadarkhani, que se encontra preso e condenado a morte em seu País pelo crime de apostasia.Neste momento, em que o mundo se volta para o Rio de Janeiro e ao ensejo de sua vinda ao nosso País, encaminho esta Carta Aberta, juntamente como o humilde pedido deste deputado federal que é também, pastor evangélico, para que o governo do Irã reveja o processo que condenou Nadarkhani, que poupe sua vida e o devolva para sua família onde sua esposa e filhos o esperam.Respeitamos as Leis do seu País, mas, da mesma forma como Vossa Excelência vem ao Brasil para opinar sobre a Conferência Rio + 20, nos permitimos implorar pela vida deste homem, que é nosso irmão.Já fiz contato com a Embaixada do Irã, em Brasília, e reafirmo ao Senhor que estou à disposição das autoridades iranianas para tratar deste assunto junto às autoridades brasileiras. Prometo que vou colaborar em tudo que estiver ao meu alcance, dentro das Leis do meu País.Brasília-DF, 19 de junho de 2012. Assinado: Pastor Marco Feliciano – Deputado Federal/PSC-SP
Fonte: Gospel+
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